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A importância dos pais no estímulo da inteligência emocional da criança

Os pais são o primeiro contato da criança com o mundo lá de fora, que tal entendermos um pouquinho mais sobre isso?

Pode se dizer que o aprendizado infantil é muito mais rápido que o de um adulto. Suas funções cerebrais são mais voltadas para este lado, de entender o mundo, o que está acontecendo ao seu redor, devido a fatores genéticos e ambientais. E os pais têm um peso importante nesse processo de aprendizagem, afinal, eles são o primeiro contato da criança com este mundo que a aguarda.

Diferentes dos animais, os seres humanos são muito dependentes dos pais durante os primeiros anos de vida. Demoramos mais tempo que os animais comuns para praticar funções motoras mais básicas, como caminhar. Ainda mais porque essas habilidades básicas estão completamente relacionadas à sobrevivência. Sem elas, somos apenas criaturas frágeis e indefesas. Por isso a importância dos pais na educação dos filhos.

A participação dos pode ser muito mais importante e essencial quanto se imagina, por meio de um método de ensino e aprendizagem infantil chamado estimulação precoce. Como o próprio nome já diz, consiste em desenvolver e potencializar as funções do cérebro do bebê, através de jogos, exercícios, técnicas, atividades e outros recursos, estimulando áreas como a criatividade e beneficiando seu crescimento pessoal, seja mental ou fisicamente.

Eles são o elo entre um cérebro voltado para o aprendizado e um mundo cheio de sensações, pois com seu apoio nos métodos de aprendizagem, esse é um processo que passará de maneira muito natural para a criança. E sim, existe um jeito de melhorar esse processo de aprendizagem! É isso que é a estimulação precoce faz. Ela acelera o processo, fazendo com que os bebês amadureçam melhor e sejam capazes de enfrentar qualquer situação.

Claro, sempre lembrando que cada um tem seu tempo e seu estilo de desenvolvimento dentro do processo de aprendizagem. Portanto, estimulação precoce não é receita de bolo, nem uma terapia formal. É apenas uma forma de orientação do potencial e das capacidades dos filhos. É preciso analisá-los e verificar seus pontos fracos, de modo a abrir um leque de oportunidades e experiências de forma natural.

Como estimular o bebê? E com qual idade?

Praticar a estimulação precoce é uma decisão completamente pessoal. A decisão de colocar este método de ensino em prática ou não depende única e exclusivamente dos pais. Porém, a decisão precisa ser tomada rapidamente, pois a flexibilidade para aprendizagem e desenvolvimento do cérebro vai diminuindo com a idade.

Especialistas dizem que esse período de flexibilidade, tempo em que o

desenvolvimento neural está mais ativo é até os três anos de idade. Dessa idade em diante, o desenvolvimento vai diminuindo até que some completamente aos seis anos, quando as conexões neurais estão completamente formadas, fazendo com que o método de ensino e aprendizagemdas crianças seja parecido com o dos adultos.

É necessário salientar que todas as crianças passam por momentos de aprendizado diferentes em momentos diferentes. Por isso, é necessário entender as necessidades e dificuldades, pensando em métodos de ensino infantil voltados exclusivamente para ela, que completem seus anseios e fortaleçam sua auto-estima. Este momento é de extrema importância, pois a estimulação que o bebê recebe vai moldar o seu aprendizado e desenvolvimento no futuro.

Mas por que tanta importância?

Não é apenas para a criança que o aprendizado infantiltraz bons frutos. Alguns educadores dizem que esses benefícios podem ser estendidos para a sociedade e ate para a economia.

O economista norte-americano James Heckman, por exemplo, criou uma série de métodos para avaliar programas sociais e de educação. Segundo ele, esta educação da primeira infância é o primeiro investimento social possível. Então, quando menor a idade, mais alto será o retorno. Ele ainda aponta em sua teoria que crianças  estimuladas desde o berçário tem mais chances de possuírem rendas mais altas e muito menor de se envolverem em problemas sociais, como vícios, evasão escolar entre outros.

Por isso a importância dos pais na educaçãoe na estimulação precoce para a inteligência emocional e cognitiva. Quanto mais cedo, melhor o resultado da interação.

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4 dicas para uma alimentação saudável para crianças e bebês

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Uma pequena ajuda para fazer seu filho gostar de uma boa refeição saudável

 

Os pequenos hábitos alimentares começam na infância. Muitos deles nos acompanham até a idade adulta e pode interferir em muitas áreas, como a saúde. O hábito alimentar saudável é um bom exemplo. Em uma pesquisa publicada na revista Clinical Pediatrics, foi revelado que é nos primeiros anos de vida que uma pessoa aprende como se alimentar corretamente.

Os benefícios de se ter uma alimentação saudável são muitos! Encher seu filho dos nutrientes certos vai fazer com que ele cresça saudável e com vitalidade. Porém, fazer com que os filhos sigam essa alimentação correta não é uma tarefa muito fácil.

 

Muitos pais oferecem alimentos processados para as crianças, o que dificulta a criação de paladar, pois mistura sabores e aromas, além de interferir na aparência. Há também o problema das guloseimas, como biscoitos, iogurtes, doces, entre outros, que não trazem valor nutricional nenhum para a alimentação infantil.

Cuidar de uma alimentação saudável para crianças parece uma tarefa muito difícil. Mas com essas dicas você vai tirar de letra como manter seu filho saudável e com bons hábitos ou de como fazer uma reeducação alimentar correta, caso seja necessário.

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Pontos importantes para uma refeição saudável

  1. Estimule sempre o hábito do café da manhã

A refeição mais importante do dia precisa ser estimulada em todos os momentos da vida. Enquanto dormimos, passamos um longo período em jejum, onde o corpo consome energia acumulada para se manter funcionando. Ao acordar, os níveis dessas substâncias estão muito baixos e precisam ser repostos.

O café da manhã com alimentos saudáveis tem a função de repor essa energia. Além disso, estudos indicam que o café ajuda no controle da ingestão de alimentos no resto do dia. Por isso que ele precisa conter o cardápio nutricional de alimentos essenciais para essa reposição: Os carboidratos, como pães integrais e torradas, as proteínas, como queijos brancos e leite, além dos reguladores, como as frutas.

 

  1. Estabeleça horários para refeições

Outro ponto importante de manter uma rotina de alimentação saudável é manter horários fixos para as refeições, sempre considerando o sono do seu filho. Isso auxilia no metabolismo da criança e faz com que ela entenda melhor as sensações de fome e de saciedade. O ideal é montar um cardápio nutricional de seis refeições por dia: Café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia.

Mas atenção: cada pessoa tem um metabolismo diferente, então observe seu filho e monte a quantidade de refeições saudáveis ao longo do dia a partir disso. Este planejamento auxilia até no controle de tempo dos pais, que podem se programar melhor no preparo das refeições.

 

  1. Ofereça água para seu filho sempre, mas nunca nas refeições

Item muito importante na Educação Alimentar e Nutricional, sempre ofereça água para seu filho. Quanto mais novo, mais rápido a desidratação ocorre. A média recomendada é de seis a oito copos pequenos por dia. Sucos industrializados também são permitidos, desde que sejam diluídos em água, para reduzir a quantidade de açúcar no produto, mas de preferência, faça sucos naturais com a fruta.

Ofereça líquidos preferencialmente apenas depois das refeições. Nunca ofereça nenhum líquido enquanto ela estiver comendo. Ingerir bebidas, mesmo água, durante as refeições pode fazer com que seu filho se sacie mais rápido e coma menos, diminuindo a ingestão de alimentos saudáveis. Caso a criança sinta sede antes da refeição, o ideal para tomar água, sempre meia hora antes, no mínimo.

 

  1. Deixe a criança comer o quanto quiser

Pais têm a tendência de fazer pratos para os filhos com uma quantidade semelhante a sua, esquecendo que o estômago infantil tem uma capacidade gástrica muito menor. Isso pode fazer com que a criança se assuste ou até perca o apetite. Até os dois anos de idade, a criança já tem noção de quando está saciada e já começa a obedecer a ordem do organismo. E sempre preferível que a criança peça para repetir o prato, ao invés de deixar comida, alem de evitar a frustração dos pais por ver a criança deixando comida no prato, auxilia a saber realmente a quantidade que sacia a criança.

 

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