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Mala de Maternidade: saiba como montar a mala perfeita

Saiba o que é essencial de ter na mala de maternidade do seu bebê

Na maternidade seu bebê será muito visitado, portanto, você pode caprichar nos looks da mala de maternidade. Porém, lembre-se de sempre prezar pelo conforto, afinal ele ainda estará se adaptando a esse mundo. Sendo assim, opte por roupinhas de abertura frontal, botões de pressão, sem muitos babados ou golas grandes. Além de trazer o conforto, isso facilitará nas trocas do pequeno.

Outra questão importante, é lavar muito bem as roupinhas cerca de 20 dias antes da data prevista para o parto. Utilize sabão neutro ou de coco, enxague bem e não use goma ou amaciante. Assim, você evita alergias e incômodos nos primeiros dias do bebê.

Antes de preparar tudo, verifique os itens requisitados pela sua maternidade, pois podem variar de uma para outra. A quantidade também pode variar de acordo com o tipo de parto, normal ou cesárea. Pois, ocorrendo o parto normal vocês podem ficar no hospital, em média, até 2 dias, sendo cesárea esse tempo aumenta para até 4 dias.

Feito isso, com uma semana antecedendo o parto previsto, você já pode colocar os itens na mala de maternidade. Esse período pode gerar um misto de emoções, desde a ansiedade em ter o bebê nos braços, até as dúvidas e medos da hora do parto. Pensando nisso, nós criamos um check list para te auxiliar e facilitar esse momento.

Itens para a mala de maternidade do bebê

6 macacões (Um desses macacões pode ser a roupa para a saída da maternidade)
6 pares de meias
6 pagões (calça de algodão com pé)
6 body’s (camiseta que se abotoa entre as perninhas do bebê)
3 fraldinhas de boca (por precaução, não é utilizada com frequência)
2 mantas (o ideal é combinar uma manta para cada três roupinhas)
2 casaquinhos com botões na frente
2 toalhas fraldas (algumas maternidades oferecem as toalhas de banho, mas caso precise, esse modelo é o indicado para a pele sensível do bebê)
sabonete líquido de glicerina (PH neutro)
cotonetes
álcool 70%
bolinhas de algodão
Escovinha para cabelo
1 pacote de fraldas RN
1 tubo de pomada
1 sacolinha para roupas sujas

Lembre-se de não misturar os itens do bebê aos seus, monte malas separadas. Uma dica legal, que também pode facilitar na maternidade, é separar as roupas em conjuntos. Cada conjunto contará com, 1 macacão, 1 body, 1 calça e 1 par de meias. Coloque cada look em um saco/envelope separador, aqueles de viagem. Assim, você facilita e agiliza as trocas do bebê.
Pronto, agora é só deixar a mala perto da saída, com fácil acesso e aguardar a hora tão esperada.

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Guarda-roupa infantil: looks cheios de estilo

Aprenda a montar os looks perfeitos para seu filho

Vestir os pequenos pode ser uma diversão, afinal, atualmente há muitas opções fofas e inusitadas. Entretanto, criar inúmeros looks de estilo pode se tornar um desafio.

Apesar de desejar sair do óbvio e monótono, a criatividade às vezes falha e acabamos sem muita opção. Diante disso, aqui estão algumas dicas para criar looks perfeitos e cheios de estilo.

Aposte em peças coringas. Jeans, leggings, bermudas e calçados, são peças geralmente mais utilizadas. Invista nelas em cores neutras e que se complementem. Desse modo, as várias combinações tornam-se mais fáceis.

Utilize as peças neutras com outras que contrastem. Como, por exemplo, coletes e casacos coloridos ou estampados. Camisetas com frases divertidas são sempre bem vindas. E se a criança for maiorzinha, pode ajudar a escolher de acordo com sua personalidade.

Outra dica, é ter a mão diferentes acessórios! Eles transformam qualquer look básico, em um look cheio de estilo. Porém, devemos sempre prestar atenção no conforto, para não prejudicar seu desenvolvimento e mobilidade. Opte sempre por tecidos maleáveis, calçados anatômicos e macios. No caso de bebês, meias felpudas e macias.

Todas essas opções você encontra aqui na Kids Shop. Assim, ficou mais fácil montar um guarda-roupa cheio de estilo para seu pequeno!

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Saída maternidade: saiba como escolher a ideal

A escolha da saída maternidade é um momento super especial para aguardar a chegada do bebê

O momento mais esperado pela família, depois da chegada do bebê, é sua chegada em casa. E para isso, é uma tradição escolher um look especial para esse momento tão aguardado. Afinal, é com a saída de maternidade que os registros e memórias serão guardados para sempre.

Sendo assim, podemos dizer que a procura pela roupa ideal é praticamente um ritual. Esse é o momento em que os pais imaginarão seu pequeno dentro da roupinha.

Aliás, são tantas opções, com estampas e texturas variadas, bem como as inúmeras cores. E, por falar em cores, há quem acredite na energia das cores, ou seja, no que ela atrai para quem a utiliza. Se você é do time dos supersticiosos, aqui está alguns “significados” de cores.

Significados das cores, para o look ideal

Vermelho – felicidade, boa sorte, afasta o “mau olhado”
Amarelo – prosperidade
Verde – saúde
Azul – tranquilidade
Branco – pureza
Rosa – amor

Porém, é importante ressaltar que o essencial mesmo, é prezar pelo conforto e bem-estar do bebê. Fique sempre atento à estação e clima no período do nascimento.
Lembre-se que, mesmo no verão, deve-se manter o bebê quentinho. A sua pele ainda é muito sensível, desse modo, sentem mais frio, pois não controlam a temperatura corporal e estão se adaptando ao novo clima. O kit saída de maternidade, é composto geralmente por, uma macacão e uma manta ou cobertor.

No Outono/Inverno recomenda-se usar tecidos como plush ou soft. Já na Primavera/Verão, você pode optar por algodão ou fio egípcio. O tricô de linha pode ser usado em qualquer clima, pois mantém o bebê quentinho, porém ainda deixa a pele respirar. Não indicamos o uso de lã, pois é um tecido propenso a causar alergia e desconforto no bebê.

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Desenvolvimento Infantil: entenda os 4 estágios cognitivos

Você já parou para pensar que seu filho pode ser um pequeno cientista? Ou que existe etapas de aprendizado condizentes com as idades que ele irá completar? Separamos os 4 estágios cognitivos de desenvolvimento infantil para te ajudar a entendê-los e explorá-los.

Quando seu filho nasceu, aposto que você já se perguntava como ele iria enxergar o mundo ou então como tão cedo ele aprendeu a colocar o pé na boca e identificar as suas mãos. Tudo que seu filho faz é explorar e aprender com seus sentidos.  Isso faz parte de uma Pesquisa cognitiva: A Teoria de Piaget.

Jean Piaget foi um pesquisador suíço, que fez um estudo a cerca da Aprendizagem Humana. Ele acreditava que a inteligência era parte do objetivo do Ser Humano a ajudar os outros a se ambientarem ao meio que vivem.  Sendo assim, o homem consegue ter insights ,  sacadas, para se adaptar em seu meio.

Levando para o ambiente infantil, Piaget acreditava que a crianças passam por 4 estágios de desenvolvimento mental, mostrando como adquirem o conhecimento e como compreendem com a  própria natureza da inteligência. São como pequenos cientistas, explorando, aprendendo e fazendo experimentos, adaptando os novos conhecimentos aos já adquiridos.  São elas:

Fase sensório-motora

Período do desenvolvimento infantil que começa no nascimento e vai até cerca dos 2 anos de idade.
Basicamente seu filho irá aprender que os objetos existem,  sem saber o que são e para que servem, que ele pode tocar, manipular ou então colocar da boca (desde que seja apropriado para isso). As crianças aprendem com os seus sentidos: Tato, Olfato, paladar, visão e audição.

Fase Pré-operacional

Ela começa a partir dos 2 e vai até os 7 anos.
Você já pegou seu filho brincando sozinho, repetindo algo que você já disse ou que ele escuta com frequência? A partir de agora a criança já cria a sua memória e usa a  imaginação. Ele começa a ter uma noção de tempo e espaço (limitado), porém ainda tem dificuldade de entender o ponto de vista dos outros, o que pode ser enxergado como egocentrismo, mas nada que dê motivos para se preocupar, faz parte do desenvolvimento.

Estágio operacional concreto

Essa fase começa a partir dos 7 e vai até os 11 anos.
De acordo com Piaget é o estágio fundamental que dá o ponta pé na virada do desenvolvimento cognitivo da criança. Ele marca o início do pensamento lógico do seu filho. Além disso, a criança se torna mais consciente dos sentimentos das pessoas e vão se tornando menos egocêntricas,  começando então,  a entender e aceitar que as pessoas ao redor tem pensamentos e opiniões diferentes deles.

Estágio Operacional formal

É o ápice do desenvolvimento.
Vai dos 11 até a idade adulta, quando seu filho já será mais lógico, conseguirá resolver seus problemas e embates internos por si só, começará a fazer planos para o seu presente e futuro e vai enxergar o mundo que o cerca com mais clareza.

Parece tudo muito complexo, afinal, como uma criança pode se desenvolver tão rápido e dessa forma? Mas não subestime a capacidade do seu filho. Aos poucos e observando, você irá perceber como ele está amadurecendo e se tornando consciente do mundo que o cerca. Sem pressa e no tempo certo, além disso, conhecer mais sobre esses estágios podem te ajudar como lidar com algumas fases normais que todas as crianças passam, mas com equilíbrio.

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Introdução alimentar: dicas de como começar

Uma das fases mais importantes do bebê é o desenvolvimento do paladar. Ela deve ser feita a partir do sexto mês de vida, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) e do Ministério da Saúde. Mas por onde começar?

A partir do 6º mês de vida,  para a alegria das mamães, pode – se começar a introdução alimentar no bebê. O que pode vir com uma caixinha de dúvidas junto: “O que devo dar para meu filho comer?”, “Como devo amassar a papinha?”, “E se ele não gostar de nada que eu oferecer?” ou “Posso misturar tudo que der na papinha?” e “Como faço para organizar essa nova rotina?”.

Primeiro, quanto mais variedade organizada, melhor. Mas como assim?

Em um dia, separe uma papinha de legumes (à sua escolha), depois migre para uma fruta(quanto mais variedade, melhor)  e em seguida, carne ou ovos. O Importante é não sair misturando absolutamente tudo o que vê pela frente e deixar seu bebê sentir cada alimento em sua própria textura e sabor. É importante, também, que você fale com o pediatra do seu filho, caso tenha alguma dúvida.

O mais aconselhado quando se trata entre amassar ou bater a sopinha para virar a papinha,  é amassar.

Quando você bate a sopinha, ela se afina e mistura os grupos alimentares (caso haja por exemplo, um grão, uma carne, um legume ou hortaliça) e deixa tudo com o mesmo sabor. O foco é que a criança faça os movimentos de mastigação sem necessariamente ter pedaços para que ela possa fazê-lo. Então masse o que for necessário e separe-os no prato. A introdução deve ser gradual, para que seu filho possa se acostumar com esse movimento, até que esteja habituado e possua dentes para mastigar.

A principal dúvida é da criança não gostar ou rejeitar algum alimento

No começo é difícil. Seu filho está sendo apresentado a um leque de novas opções de alimentação, a uma nova rotina, é natural que exista alguma resistência. De momento, não force. Vá oferecendo aos poucos e pensando em novas alternativas de favorecer seu filho com o alimento. O que vale a pena citar é: vá com calma nos temperos! Não é necessário encher a papinha de alho, cebola e sal. Vá dosando e usando tudo que for de mais natural e suave possível.

Como organizar a rotina alimentar

A alimentação do bebê pode ser feita de acordo com os horários da família. Se não houver um horário, você pode definir, desde que no mesmo horário você faça introdução alimentar para que vire uma rotina e facilite para a criança. Você pode iniciar o dia amamentando/ oferecendo o leite, após algumas horas, uma papinha de fruta ou então um suco, depois uma papinha salgada, após a papa de fruta (uma fruta diferente da qual já foi dada anteriormente), papinha salgada novamente e depois o leite (materno ou fórmula). A cada intervalo de alimentação é importante que você ofereça água para o seu filho.

Uma informação que vale ser ressaltada é: introdução alimentar não quer dizer que você precisa parar de amamentar o seu filho. É livre demanda até os 2 anos, se possível e desde que não substitua as refeições. Caso seu filhe tome alguma fórmula, ela também não deve substituir a alimentação, mas o recomendado é conversar com o pediatra para uma melhor organização alimentar.

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