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Sono das crianças: quanto tempo é ideal para o meu filho dormir?

A quantia de horas que nossas crianças dormem, influenciam na saúde dos pequenos. Mas, qual é o tempo ideal de sono para estarem sempre saudáveis?

Dormir na medida certa afasta problemas o cansaço, diabetes e até obesidade nos nossos pequenos, e em certas idades até a depressão.
A partir desses dados, a American Academy of Sleep Medicine (Academia Americana de Medicina do Sono) fez um estudo da quantas horas por dia para a cada fase e idade das crianças.
A pesquisa concluiu que o ideal para bebês entre 4 a 12 meses precisam de 12 a 14 horas de sono inclusos cochilos durante o dia. Crianças com idade entre 1 e 2 anos, precisa de 11 a 14 horas de sono incluindo o cochilos. Crianças de 3 a 5 anos de idade, precisam de 10 a 13 horas por dia, segundo os especialistas.

Como a idade aumenta, o número de horas tende a diminuir. Crianças com idade entre 6 aos 12 anos cai para 9 a 12 horas podendo ter ou não cochilos durante o dia. Os adolescentes a partir dos 13 anos precisam dormir de 8 a 10 horas por noite.
A pesquisa não conclui uma quantia exata de horas para os recém nascidos, devido a grande variação de padrões considerados normais para esta faixa etária, segundo a entidade, porém, estudos feitos no ano passado, concluiu que recém nascidos precisam de 14 a 17 horas de sono.

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Como escolher a roupa ideal para as crianças

Quando se fala de roupa infantil, existem muitos modelos de encher os olhos para todas as estações, mas como escolher a mais confortável ou a ideal para a estação específica? Vejas essas 4 dicas que listamos para você.

Na hora de escolher a roupa para seu filho, o que você mais leva em conta: beleza, conforto, estilo, Melhor tecido, facilidade em vestir? Ou você sempre tem aquela dúvida: qual é o modelo ideal para meu pequeno?
Uma peça por mais simples que seja, mal escolhida acaba gerando desconforto na criança e dor de cabeça para os pais, já que por sua vez escolheram a peça com carinho. O ideal é sempre levar em conta estes quatro fatores para a peça ser perfeita:

1- A escolha do tecido:

Por mais que seja bonito, leve em consideração o conforto, quanto mais confortável, melhor ela é aceita pelas crianças ao vestir. As malhas 100% algodão estão no topo do nosso ranking. Para os bebês, a malha suedine é a mais indicada, pois é macia e leve para a pele delicada dos pequenos.
O plush para o inverno também é muito aceito, pois geralmente tem um toque aveludado que traz conforto a pele.
Moletons e moletinhos, também são muito cotados pela macies e proteção para os dias frios.

2- O conforto:
Outro ponto importante a estar sempre atento, muitas peças de roupas acabam vindo com aberturas ou recortes mirabolantes, mas que nem sempre facilitam o vestir ou acabam incomodando, fique sempre atento a esses detalhes. Bordados e estampas devem ser forrados para não irritar ou arranhar a pele sensível de bebês e crianças.

3- Facilidade ao vestir:

Se para nós adultos quando usamos alguma peça de roupa que nos incomoda, já é difícil, imagina as crianças. Prefira para o dia a dia roupas mais leves e sem muitos detalhes como bolsos, recortes, zíperes, babados, etc., aposte em peças que tenham mais elasticidade e sejam fáceis de tira e trocar, deixe as peças mais detalhadas para passeios ou festas.

4- Qual a época se deve comprar:

Quem nunca notou ou já ouviu falar no dito popular que “criança perde rápido”? Procure estar renovando o guarda roupas das crianças pelo menos a cada troca de estação, é perfeitamente normal que aquele casaquinho que seu filho usava no inverno passado neste ano estar curto. Dependendo do crescimento da criança, logo uma peça é perdida, e você pode estar repondo uma peça conforme outra já não serve mais.

Dica extra: Cuidados ao conservar:

Além dos cuidados com o tecido e na hora da compra, os cuidados são primordiais. Fique sempre atento as instruções de lavagem que vem na etiqueta da peça, considere também alguns cuidados na hora de lavar:

  • Evite misturar a roupa das crianças com a dos adultos na hora de lavar;
  • Não misture roupas claras com coloridas na hora de lavar;
  • Não passe o ferro quente diretamente na estampa da peça, procure colocar um pano ou passá-la do avesso com o ferro brando.
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Mala de Maternidade: saiba como montar a mala perfeita

Saiba o que é essencial de ter na mala de maternidade do seu bebê

Na maternidade seu bebê será muito visitado, portanto, você pode caprichar nos looks da mala de maternidade. Porém, lembre-se de sempre prezar pelo conforto, afinal ele ainda estará se adaptando a esse mundo. Sendo assim, opte por roupinhas de abertura frontal, botões de pressão, sem muitos babados ou golas grandes. Além de trazer o conforto, isso facilitará nas trocas do pequeno.

Outra questão importante, é lavar muito bem as roupinhas cerca de 20 dias antes da data prevista para o parto. Utilize sabão neutro ou de coco, enxague bem e não use goma ou amaciante. Assim, você evita alergias e incômodos nos primeiros dias do bebê.

Antes de preparar tudo, verifique os itens requisitados pela sua maternidade, pois podem variar de uma para outra. A quantidade também pode variar de acordo com o tipo de parto, normal ou cesárea. Pois, ocorrendo o parto normal vocês podem ficar no hospital, em média, até 2 dias, sendo cesárea esse tempo aumenta para até 4 dias.

Feito isso, com uma semana antecedendo o parto previsto, você já pode colocar os itens na mala de maternidade. Esse período pode gerar um misto de emoções, desde a ansiedade em ter o bebê nos braços, até as dúvidas e medos da hora do parto. Pensando nisso, nós criamos um check list para te auxiliar e facilitar esse momento.

Itens para a mala de maternidade do bebê

6 macacões (Um desses macacões pode ser a roupa para a saída da maternidade)
6 pares de meias
6 pagões (calça de algodão com pé)
6 body’s (camiseta que se abotoa entre as perninhas do bebê)
3 fraldinhas de boca (por precaução, não é utilizada com frequência)
2 mantas (o ideal é combinar uma manta para cada três roupinhas)
2 casaquinhos com botões na frente
2 toalhas fraldas (algumas maternidades oferecem as toalhas de banho, mas caso precise, esse modelo é o indicado para a pele sensível do bebê)
sabonete líquido de glicerina (PH neutro)
cotonetes
álcool 70%
bolinhas de algodão
Escovinha para cabelo
1 pacote de fraldas RN
1 tubo de pomada
1 sacolinha para roupas sujas

Lembre-se de não misturar os itens do bebê aos seus, monte malas separadas. Uma dica legal, que também pode facilitar na maternidade, é separar as roupas em conjuntos. Cada conjunto contará com, 1 macacão, 1 body, 1 calça e 1 par de meias. Coloque cada look em um saco/envelope separador, aqueles de viagem. Assim, você facilita e agiliza as trocas do bebê.
Pronto, agora é só deixar a mala perto da saída, com fácil acesso e aguardar a hora tão esperada.

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Guarda-roupa infantil: looks cheios de estilo

Aprenda a montar os looks perfeitos para seu filho

Vestir os pequenos pode ser uma diversão, afinal, atualmente há muitas opções fofas e inusitadas. Entretanto, criar inúmeros looks de estilo pode se tornar um desafio.

Apesar de desejar sair do óbvio e monótono, a criatividade às vezes falha e acabamos sem muita opção. Diante disso, aqui estão algumas dicas para criar looks perfeitos e cheios de estilo.

Aposte em peças coringas. Jeans, leggings, bermudas e calçados, são peças geralmente mais utilizadas. Invista nelas em cores neutras e que se complementem. Desse modo, as várias combinações tornam-se mais fáceis.

Utilize as peças neutras com outras que contrastem. Como, por exemplo, coletes e casacos coloridos ou estampados. Camisetas com frases divertidas são sempre bem vindas. E se a criança for maiorzinha, pode ajudar a escolher de acordo com sua personalidade.

Outra dica, é ter a mão diferentes acessórios! Eles transformam qualquer look básico, em um look cheio de estilo. Porém, devemos sempre prestar atenção no conforto, para não prejudicar seu desenvolvimento e mobilidade. Opte sempre por tecidos maleáveis, calçados anatômicos e macios. No caso de bebês, meias felpudas e macias.

Todas essas opções você encontra aqui na Kids Shop. Assim, ficou mais fácil montar um guarda-roupa cheio de estilo para seu pequeno!

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Saída maternidade: saiba como escolher a ideal

A escolha da saída maternidade é um momento super especial para aguardar a chegada do bebê

O momento mais esperado pela família, depois da chegada do bebê, é sua chegada em casa. E para isso, é uma tradição escolher um look especial para esse momento tão aguardado. Afinal, é com a saída de maternidade que os registros e memórias serão guardados para sempre.

Sendo assim, podemos dizer que a procura pela roupa ideal é praticamente um ritual. Esse é o momento em que os pais imaginarão seu pequeno dentro da roupinha.

Aliás, são tantas opções, com estampas e texturas variadas, bem como as inúmeras cores. E, por falar em cores, há quem acredite na energia das cores, ou seja, no que ela atrai para quem a utiliza. Se você é do time dos supersticiosos, aqui está alguns “significados” de cores.

Significados das cores, para o look ideal

Vermelho – felicidade, boa sorte, afasta o “mau olhado”
Amarelo – prosperidade
Verde – saúde
Azul – tranquilidade
Branco – pureza
Rosa – amor

Porém, é importante ressaltar que o essencial mesmo, é prezar pelo conforto e bem-estar do bebê. Fique sempre atento à estação e clima no período do nascimento.
Lembre-se que, mesmo no verão, deve-se manter o bebê quentinho. A sua pele ainda é muito sensível, desse modo, sentem mais frio, pois não controlam a temperatura corporal e estão se adaptando ao novo clima. O kit saída de maternidade, é composto geralmente por, uma macacão e uma manta ou cobertor.

No Outono/Inverno recomenda-se usar tecidos como plush ou soft. Já na Primavera/Verão, você pode optar por algodão ou fio egípcio. O tricô de linha pode ser usado em qualquer clima, pois mantém o bebê quentinho, porém ainda deixa a pele respirar. Não indicamos o uso de lã, pois é um tecido propenso a causar alergia e desconforto no bebê.

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Desenvolvimento Infantil: entenda os 4 estágios cognitivos

Você já parou para pensar que seu filho pode ser um pequeno cientista? Ou que existe etapas de aprendizado condizentes com as idades que ele irá completar? Separamos os 4 estágios cognitivos de desenvolvimento infantil para te ajudar a entendê-los e explorá-los.

Quando seu filho nasceu, aposto que você já se perguntava como ele iria enxergar o mundo ou então como tão cedo ele aprendeu a colocar o pé na boca e identificar as suas mãos. Tudo que seu filho faz é explorar e aprender com seus sentidos.  Isso faz parte de uma Pesquisa cognitiva: A Teoria de Piaget.

Jean Piaget foi um pesquisador suíço, que fez um estudo a cerca da Aprendizagem Humana. Ele acreditava que a inteligência era parte do objetivo do Ser Humano a ajudar os outros a se ambientarem ao meio que vivem.  Sendo assim, o homem consegue ter insights ,  sacadas, para se adaptar em seu meio.

Levando para o ambiente infantil, Piaget acreditava que a crianças passam por 4 estágios de desenvolvimento mental, mostrando como adquirem o conhecimento e como compreendem com a  própria natureza da inteligência. São como pequenos cientistas, explorando, aprendendo e fazendo experimentos, adaptando os novos conhecimentos aos já adquiridos.  São elas:

Fase sensório-motora

Período do desenvolvimento infantil que começa no nascimento e vai até cerca dos 2 anos de idade.
Basicamente seu filho irá aprender que os objetos existem,  sem saber o que são e para que servem, que ele pode tocar, manipular ou então colocar da boca (desde que seja apropriado para isso). As crianças aprendem com os seus sentidos: Tato, Olfato, paladar, visão e audição.

Fase Pré-operacional

Ela começa a partir dos 2 e vai até os 7 anos.
Você já pegou seu filho brincando sozinho, repetindo algo que você já disse ou que ele escuta com frequência? A partir de agora a criança já cria a sua memória e usa a  imaginação. Ele começa a ter uma noção de tempo e espaço (limitado), porém ainda tem dificuldade de entender o ponto de vista dos outros, o que pode ser enxergado como egocentrismo, mas nada que dê motivos para se preocupar, faz parte do desenvolvimento.

Estágio operacional concreto

Essa fase começa a partir dos 7 e vai até os 11 anos.
De acordo com Piaget é o estágio fundamental que dá o ponta pé na virada do desenvolvimento cognitivo da criança. Ele marca o início do pensamento lógico do seu filho. Além disso, a criança se torna mais consciente dos sentimentos das pessoas e vão se tornando menos egocêntricas,  começando então,  a entender e aceitar que as pessoas ao redor tem pensamentos e opiniões diferentes deles.

Estágio Operacional formal

É o ápice do desenvolvimento.
Vai dos 11 até a idade adulta, quando seu filho já será mais lógico, conseguirá resolver seus problemas e embates internos por si só, começará a fazer planos para o seu presente e futuro e vai enxergar o mundo que o cerca com mais clareza.

Parece tudo muito complexo, afinal, como uma criança pode se desenvolver tão rápido e dessa forma? Mas não subestime a capacidade do seu filho. Aos poucos e observando, você irá perceber como ele está amadurecendo e se tornando consciente do mundo que o cerca. Sem pressa e no tempo certo, além disso, conhecer mais sobre esses estágios podem te ajudar como lidar com algumas fases normais que todas as crianças passam, mas com equilíbrio.

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Introdução alimentar: dicas de como começar

Uma das fases mais importantes do bebê é o desenvolvimento do paladar. Ela deve ser feita a partir do sexto mês de vida, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) e do Ministério da Saúde. Mas por onde começar?

A partir do 6º mês de vida,  para a alegria das mamães, pode – se começar a introdução alimentar no bebê. O que pode vir com uma caixinha de dúvidas junto: “O que devo dar para meu filho comer?”, “Como devo amassar a papinha?”, “E se ele não gostar de nada que eu oferecer?” ou “Posso misturar tudo que der na papinha?” e “Como faço para organizar essa nova rotina?”.

Primeiro, quanto mais variedade organizada, melhor. Mas como assim?

Em um dia, separe uma papinha de legumes (à sua escolha), depois migre para uma fruta(quanto mais variedade, melhor)  e em seguida, carne ou ovos. O Importante é não sair misturando absolutamente tudo o que vê pela frente e deixar seu bebê sentir cada alimento em sua própria textura e sabor. É importante, também, que você fale com o pediatra do seu filho, caso tenha alguma dúvida.

O mais aconselhado quando se trata entre amassar ou bater a sopinha para virar a papinha,  é amassar.

Quando você bate a sopinha, ela se afina e mistura os grupos alimentares (caso haja por exemplo, um grão, uma carne, um legume ou hortaliça) e deixa tudo com o mesmo sabor. O foco é que a criança faça os movimentos de mastigação sem necessariamente ter pedaços para que ela possa fazê-lo. Então masse o que for necessário e separe-os no prato. A introdução deve ser gradual, para que seu filho possa se acostumar com esse movimento, até que esteja habituado e possua dentes para mastigar.

A principal dúvida é da criança não gostar ou rejeitar algum alimento

No começo é difícil. Seu filho está sendo apresentado a um leque de novas opções de alimentação, a uma nova rotina, é natural que exista alguma resistência. De momento, não force. Vá oferecendo aos poucos e pensando em novas alternativas de favorecer seu filho com o alimento. O que vale a pena citar é: vá com calma nos temperos! Não é necessário encher a papinha de alho, cebola e sal. Vá dosando e usando tudo que for de mais natural e suave possível.

Como organizar a rotina alimentar

A alimentação do bebê pode ser feita de acordo com os horários da família. Se não houver um horário, você pode definir, desde que no mesmo horário você faça introdução alimentar para que vire uma rotina e facilite para a criança. Você pode iniciar o dia amamentando/ oferecendo o leite, após algumas horas, uma papinha de fruta ou então um suco, depois uma papinha salgada, após a papa de fruta (uma fruta diferente da qual já foi dada anteriormente), papinha salgada novamente e depois o leite (materno ou fórmula). A cada intervalo de alimentação é importante que você ofereça água para o seu filho.

Uma informação que vale ser ressaltada é: introdução alimentar não quer dizer que você precisa parar de amamentar o seu filho. É livre demanda até os 2 anos, se possível e desde que não substitua as refeições. Caso seu filhe tome alguma fórmula, ela também não deve substituir a alimentação, mas o recomendado é conversar com o pediatra para uma melhor organização alimentar.

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Adaptação Escolar: 5 dicas para facilitar o processo

Existem maneiras da adaptação escolar não ser tão difícil para os filhos e muito menos para os pais. Selecionamos 5 dicas para facilitar essa mudança na rotina

Os primeiros dias de aula podem ser bem difíceis, mas não só para as crianças, para os pais também. Pode até parecer engraçado, mas é real: muitos pais sofrem mais com o momento de adaptação escolar do que os próprios filhos.

Pensando nisso, selecionamos 5 dicas que podem ser super úteis para pais de primeira viagem que estão com o coração na mão de deixar seus pequenos, para os que estão se readaptando a rotina escolar ou então, para quem mudou o filho de escola e precisa se adaptar a um novo ambiente.

Conte curiosidades interessantes sobre a escola

Uma mudança brusca de ambiente com pessoas desconhecidas pode parecer desconfortável para você e para seu filho, mas aos poucos, tente introduzir isso no dia – a – dia da criança. Fale sobre como é legal ir a escola, fazer amigos e aprender coisas novas. Instigar a criança pode ser uma boa opção para que ela tenha percepção de que a escola será agradável. Se possível mostre fotos do ambiente, leve- a para conhecê-la antes do primeiro dia de aula. Aumentar a confiança do seu filho é uma ótima opção de segurança para evitar o sofrimento na adaptação escolar.

Faça uma rotina com seu filho

É importante que exista uma rotina na vida da criança. Isso cria segurança e senso de que  tudo tem horário para ser feito e ela precisa respeitar isso, assim como é na escola. Aos poucos vá colocando a escola em evidência, arrumando o material, o lanche e até mesmo o uniforme.

Faça a mudança parecer algo natural

Não transforme a escola em algo duro ou uma obrigação ruim. Traga leveza, estimule e passe sempre muita segurança para que a criança se sinta confortável nesse novo ambiente. Caso seu filho já tenha iniciado as aulas, pergunte, se mostre interessado em tudo que ele tem para te contar sobre suas novidades escolares.  Estimule sempre!

A hora de dar tchau

A parte mais complicada e que arranca lágrimas dos filhos e dos pais. Essa hora é a mais importante e decisiva para a adaptação ser uma transição tranquila e sem traumas. A criança precisa saber que você estará ali no momento em que for liberada de seu horário escolar. E você precisa estar lá por ela. Nos primeiros dias ser pontual é crucial para que a criança não fique ansiosa pensando que você esquecerá dela. Mostre que depois de um dia super legal e interessante você a buscará e ela irá te contar tudo que fez durante esse período.

Se adapte, fique tranquila

A experiência de colocar seu filho na escola pode ser bem mais difícil do que parece, mas tenha consciência que será para um bem maior. A escola trabalha o lado social, a maturidade e o desenvolvimento do seu filho. Só trará benefícios e aprendizado. Respire fundo, escute uma música, leia um livro, conheça o ambiente estudantil, assim como os professores e a diretora. Se você encarar a escola como algo ruim, seu filho sentirá pelas suas atitudes que realmente tem algo de errado e perderá a segurança de que é um lugar bom.

O importante é começar em casa, a mostrar para a criança que a escola é um ambiente seguro. Que será uma nova experiência e que tudo dará certo. Você sempre estará lá para seu filho, então cultive esse amor e incentivo.

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Pré-adolescência: 3 fatos que apontam que seu filho está entrando nessa fase

 Pré-Adolescência: a fase que toda criança irá passar ao longo do seu desenvolvimento

A “temida” pré-adolescência é uma das fases mais comuns do desenvolvimento do ser humano. Conhecida por ser a antecipação da Adolescência até a fase adulta,  pode parecer um bicho de 7 cabeças. As mudanças que ocorrem tanto no corpo quanto no comportamento da criança, são inúmeras. Mas ela não acontece de uma hora para outra.

Geralmente a pré-adolescência se manifesta aos 10 anos e não existe uma idade certa para terminar, mas se ela ainda não chegou para o seu filho, não se preocupe, existe uma relatividade em torno de quando realmente ela começa a se evidenciar. Nas meninas, as “curvas” do corpo começam a aparecer e nos meninos, os “músculos”, altura e voz podem sofrer alterações.

Os indícios de que a pré-adolescência está chegando são notáveis, então é importante que você esteja preparada e entenda alguns deles.  Separamos 3 fatos com as principais dúvidas, que podem te auxiliar quando esse momento chegar.

1- Com qual idade meu filho entrará na pré-adolescência?

A principal dúvida dos pais é a idade no qual ela irá se manifestar, mas não existe um número exato para que isso aconteça. Pode ser traçado uma média de que pode ocorrer entre os 9 ou 10 anos, dependendo de cada desenvolvimento. Assim que as mudanças corporais começarem a ocorrer, você saberá que seu filho estará saindo da fase infantil, para se tornar um semi-adulto.

2- Mudanças Corporais

As mudanças corporais são inevitáveis. Elas são parte principal desse novo ciclo de descobertas que seu filho irá passar. E você, será responsável por conversar e orientá-lo sobre essa mudança desconhecida. Não será fácil, mas é necessário para que ele possa entender que isso é normal e que daqui pra frente outras inúmeras irão ocorrer. Tente ser franca e compreensiva.

3 – Como irei lidar com as mudanças de comportamento do meu filho?

De certo com as mudanças corporais, vem as de comportamento no pacote, dentre eles, querer mais espaço. Vale ressaltar que essa fase não gerará só estranheza para os pais, a transição também poderá ser difícil para a criança. Então impôr limites é essencial. Nem sempre será um diálogo fácil, mas tentar compreendê-lo pode ser um caminho para que consigam conversar sem grande estresse e ele entenda e respeite suas decisões.
das mudanças de comportamento, entram as mudanças de estilo, tanto de roupas, quanto de acessórios. Algo que seu filho não gostava tanto de vestir, pode se tornar parte preferida do guarda-roupas. Nem sempre você irá concordar com as escolhas do seu filho, porém respeite seu estilo. O que pode ser uma boa pedida, é aconselhá-lo sobre como se vestir, sem interferir diretamente em seu gosto.

A única certeza é que a pré-adolescência é a fase natural de crescimento e desenvolvimento do seu filho. Então o ajude a entender determinados assuntos relacionados a mudanças em seu corpo, ensine-o a dizer não e a te enxergar como uma companheira de confiança, isso com certeza fará toda a diferença no relacionamento de vocês.

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A importancia da Mala Maternidade no enxoval do bebê

Muitos pais tem dúvidas sobre a necessidade da Mala Maternidade no enxoval do bebê. Afinal, é necessário ou não é?

A chegada do bebê, muda completamente a rotina da família, tanto emocional quanto financeiramente, e é totalmente natural e aceitável na hora do enxoval, os pais darem a maior importância nos itens de mais uso e necessários, as demais coisas, pode-se ser adquiridas ao decorrer dos meses do bebê.

Um item muito procurado é a Bolsa Maternidade, afinal, ela é usada praticamente em todo o ciclo maternal. Passeios longos, curtos, consultas ao pediatra, etc., a bolsa sempre está acompanhando a família. Mas, e a Mala Maternidade? Ela é tão usada assim quanto a bolsa? Seria um item dispensável?

De fato, comparada a bolsa e outros itens do enxoval, a mala não é a número 1 da lista, mas ela é sim tão necessária quanto a bolsa maternidade, pois é nela que a mamãe irá levar as roupinhas e demais itens comprados com todo o amor para a tão esperada hora, de uma maneira totalmente organizada.

Sem contar que, a mala maternidade tem o tamanho ideal para levar todos os pertences necessários do bebê, quanto itens e as roupas da mamãe também para este grande dia, coisa que outras bolsas não seriam ideais, fazendo os pais prepararem mais de uma bolsa para o grande dia.

Além disso, a mala maternidade pode e deve ser usada posteriormente para as viagens com o bebê, onde a mãe vai poder organizar todos os pertences que o bebê ira precisar no período fora do seu lar.

Mala maternidade com rodinhas, modelo com uma grande preferência no mercado

E qual o modelo ideal de Mala Maternidade a se escolher?

Não existe um modelo ideal específico de modelos, e sim o modelo que mais agrada mamãe, e sim modelos mais práticos ou mais bonitos que outros.

Na hora da compra, a mãe deve contar com a sua preferência , tanto pela cor, estampa, tamanho, modelo e funcionalidade, optando sempre nestes modelos, com divisórias e elásticos internos para a organização da mala.