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A importancia da Mala Maternidade no enxoval do bebê

Muitos pais tem dúvidas sobre a necessidade da Mala Maternidade no enxoval do bebê. Afinal, é necessário ou não é?

A chegada do bebê, muda completamente a rotina da família, tanto emocional quanto financeiramente, e é totalmente natural e aceitável na hora do enxoval, os pais darem a maior importância nos itens de mais uso e necessários, as demais coisas, pode-se ser adquiridas ao decorrer dos meses do bebê.

Um item muito procurado é a Bolsa Maternidade, afinal, ela é usada praticamente em todo o ciclo maternal. Passeios longos, curtos, consultas ao pediatra, etc., a bolsa sempre está acompanhando a família. Mas, e a Mala Maternidade? Ela é tão usada assim quanto a bolsa? Seria um item dispensável?

De fato, comparada a bolsa e outros itens do enxoval, a mala não é a número 1 da lista, mas ela é sim tão necessária quanto a bolsa maternidade, pois é nela que a mamãe irá levar as roupinhas e demais itens comprados com todo o amor para a tão esperada hora, de uma maneira totalmente organizada.

Sem contar que, a mala maternidade tem o tamanho ideal para levar todos os pertences necessários do bebê, quanto itens e as roupas da mamãe também para este grande dia, coisa que outras bolsas não seriam ideais, fazendo os pais prepararem mais de uma bolsa para o grande dia.

Além disso, a mala maternidade pode e deve ser usada posteriormente para as viagens com o bebê, onde a mãe vai poder organizar todos os pertences que o bebê ira precisar no período fora do seu lar.

Mala maternidade com rodinhas, modelo com uma grande preferência no mercado

E qual o modelo ideal de Mala Maternidade a se escolher?

Não existe um modelo ideal específico de modelos, e sim o modelo que mais agrada mamãe, e sim modelos mais práticos ou mais bonitos que outros.

Na hora da compra, a mãe deve contar com a sua preferência , tanto pela cor, estampa, tamanho, modelo e funcionalidade, optando sempre nestes modelos, com divisórias e elásticos internos para a organização da mala.

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A importância dos pais no estímulo da inteligência emocional da criança

Os pais são o primeiro contato da criança com o mundo lá de fora, que tal entendermos um pouquinho mais sobre isso?

Pode se dizer que o aprendizado infantil é muito mais rápido que o de um adulto. Suas funções cerebrais são mais voltadas para este lado, de entender o mundo, o que está acontecendo ao seu redor, devido a fatores genéticos e ambientais. E os pais têm um peso importante nesse processo de aprendizagem, afinal, eles são o primeiro contato da criança com este mundo que a aguarda.

Diferentes dos animais, os seres humanos são muito dependentes dos pais durante os primeiros anos de vida. Demoramos mais tempo que os animais comuns para praticar funções motoras mais básicas, como caminhar. Ainda mais porque essas habilidades básicas estão completamente relacionadas à sobrevivência. Sem elas, somos apenas criaturas frágeis e indefesas. Por isso a importância dos pais na educação dos filhos.

A participação dos pode ser muito mais importante e essencial quanto se imagina, por meio de um método de ensino e aprendizagem infantil chamado estimulação precoce. Como o próprio nome já diz, consiste em desenvolver e potencializar as funções do cérebro do bebê, através de jogos, exercícios, técnicas, atividades e outros recursos, estimulando áreas como a criatividade e beneficiando seu crescimento pessoal, seja mental ou fisicamente.

Eles são o elo entre um cérebro voltado para o aprendizado e um mundo cheio de sensações, pois com seu apoio nos métodos de aprendizagem, esse é um processo que passará de maneira muito natural para a criança. E sim, existe um jeito de melhorar esse processo de aprendizagem! É isso que é a estimulação precoce faz. Ela acelera o processo, fazendo com que os bebês amadureçam melhor e sejam capazes de enfrentar qualquer situação.

Claro, sempre lembrando que cada um tem seu tempo e seu estilo de desenvolvimento dentro do processo de aprendizagem. Portanto, estimulação precoce não é receita de bolo, nem uma terapia formal. É apenas uma forma de orientação do potencial e das capacidades dos filhos. É preciso analisá-los e verificar seus pontos fracos, de modo a abrir um leque de oportunidades e experiências de forma natural.

Como estimular o bebê? E com qual idade?

Praticar a estimulação precoce é uma decisão completamente pessoal. A decisão de colocar este método de ensino em prática ou não depende única e exclusivamente dos pais. Porém, a decisão precisa ser tomada rapidamente, pois a flexibilidade para aprendizagem e desenvolvimento do cérebro vai diminuindo com a idade.

Especialistas dizem que esse período de flexibilidade, tempo em que o

desenvolvimento neural está mais ativo é até os três anos de idade. Dessa idade em diante, o desenvolvimento vai diminuindo até que some completamente aos seis anos, quando as conexões neurais estão completamente formadas, fazendo com que o método de ensino e aprendizagemdas crianças seja parecido com o dos adultos.

É necessário salientar que todas as crianças passam por momentos de aprendizado diferentes em momentos diferentes. Por isso, é necessário entender as necessidades e dificuldades, pensando em métodos de ensino infantil voltados exclusivamente para ela, que completem seus anseios e fortaleçam sua auto-estima. Este momento é de extrema importância, pois a estimulação que o bebê recebe vai moldar o seu aprendizado e desenvolvimento no futuro.

Mas por que tanta importância?

Não é apenas para a criança que o aprendizado infantiltraz bons frutos. Alguns educadores dizem que esses benefícios podem ser estendidos para a sociedade e ate para a economia.

O economista norte-americano James Heckman, por exemplo, criou uma série de métodos para avaliar programas sociais e de educação. Segundo ele, esta educação da primeira infância é o primeiro investimento social possível. Então, quando menor a idade, mais alto será o retorno. Ele ainda aponta em sua teoria que crianças  estimuladas desde o berçário tem mais chances de possuírem rendas mais altas e muito menor de se envolverem em problemas sociais, como vícios, evasão escolar entre outros.

Por isso a importância dos pais na educaçãoe na estimulação precoce para a inteligência emocional e cognitiva. Quanto mais cedo, melhor o resultado da interação.

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4 dicas para uma alimentação saudável para crianças e bebês

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Uma pequena ajuda para fazer seu filho gostar de uma boa refeição saudável

 

Os pequenos hábitos alimentares começam na infância. Muitos deles nos acompanham até a idade adulta e pode interferir em muitas áreas, como a saúde. O hábito alimentar saudável é um bom exemplo. Em uma pesquisa publicada na revista Clinical Pediatrics, foi revelado que é nos primeiros anos de vida que uma pessoa aprende como se alimentar corretamente.

Os benefícios de se ter uma alimentação saudável são muitos! Encher seu filho dos nutrientes certos vai fazer com que ele cresça saudável e com vitalidade. Porém, fazer com que os filhos sigam essa alimentação correta não é uma tarefa muito fácil.

 

Muitos pais oferecem alimentos processados para as crianças, o que dificulta a criação de paladar, pois mistura sabores e aromas, além de interferir na aparência. Há também o problema das guloseimas, como biscoitos, iogurtes, doces, entre outros, que não trazem valor nutricional nenhum para a alimentação infantil.

Cuidar de uma alimentação saudável para crianças parece uma tarefa muito difícil. Mas com essas dicas você vai tirar de letra como manter seu filho saudável e com bons hábitos ou de como fazer uma reeducação alimentar correta, caso seja necessário.

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Pontos importantes para uma refeição saudável

  1. Estimule sempre o hábito do café da manhã

A refeição mais importante do dia precisa ser estimulada em todos os momentos da vida. Enquanto dormimos, passamos um longo período em jejum, onde o corpo consome energia acumulada para se manter funcionando. Ao acordar, os níveis dessas substâncias estão muito baixos e precisam ser repostos.

O café da manhã com alimentos saudáveis tem a função de repor essa energia. Além disso, estudos indicam que o café ajuda no controle da ingestão de alimentos no resto do dia. Por isso que ele precisa conter o cardápio nutricional de alimentos essenciais para essa reposição: Os carboidratos, como pães integrais e torradas, as proteínas, como queijos brancos e leite, além dos reguladores, como as frutas.

 

  1. Estabeleça horários para refeições

Outro ponto importante de manter uma rotina de alimentação saudável é manter horários fixos para as refeições, sempre considerando o sono do seu filho. Isso auxilia no metabolismo da criança e faz com que ela entenda melhor as sensações de fome e de saciedade. O ideal é montar um cardápio nutricional de seis refeições por dia: Café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia.

Mas atenção: cada pessoa tem um metabolismo diferente, então observe seu filho e monte a quantidade de refeições saudáveis ao longo do dia a partir disso. Este planejamento auxilia até no controle de tempo dos pais, que podem se programar melhor no preparo das refeições.

 

  1. Ofereça água para seu filho sempre, mas nunca nas refeições

Item muito importante na Educação Alimentar e Nutricional, sempre ofereça água para seu filho. Quanto mais novo, mais rápido a desidratação ocorre. A média recomendada é de seis a oito copos pequenos por dia. Sucos industrializados também são permitidos, desde que sejam diluídos em água, para reduzir a quantidade de açúcar no produto, mas de preferência, faça sucos naturais com a fruta.

Ofereça líquidos preferencialmente apenas depois das refeições. Nunca ofereça nenhum líquido enquanto ela estiver comendo. Ingerir bebidas, mesmo água, durante as refeições pode fazer com que seu filho se sacie mais rápido e coma menos, diminuindo a ingestão de alimentos saudáveis. Caso a criança sinta sede antes da refeição, o ideal para tomar água, sempre meia hora antes, no mínimo.

 

  1. Deixe a criança comer o quanto quiser

Pais têm a tendência de fazer pratos para os filhos com uma quantidade semelhante a sua, esquecendo que o estômago infantil tem uma capacidade gástrica muito menor. Isso pode fazer com que a criança se assuste ou até perca o apetite. Até os dois anos de idade, a criança já tem noção de quando está saciada e já começa a obedecer a ordem do organismo. E sempre preferível que a criança peça para repetir o prato, ao invés de deixar comida, alem de evitar a frustração dos pais por ver a criança deixando comida no prato, auxilia a saber realmente a quantidade que sacia a criança.

 

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Mamães Fitness: novidade para as grávidas!

gravida-fitness1Hoje em dia, com a facilidade de acessos a vários assuntos, um público que se identifica com esta praticidade, é o grupo de mamães, sejam elas novas na área ou com experiência.

Devido a muitas vezes tempo, condição financeira ou por praticidade, muitas acabam realizando os exercícios em casa. Mas atenção, a prática do exercício errado, pode levar algumas conseqüências as grávidas. Por esse motivo, listamos alguns passos para te levar no caminho certo!

Benefícios para a gravidez!

Manter o corpo ativo ajuda ainda a amenizar os desconfortos que a gravidez naturalmente traz como dor nas costas e inchaço, é importantíssimo para lidar melhor com a onda de hormônios e controla o surgimento de doenças próprias da gestação como a diabetes gestacional e a hipertensão. Melhora também a auto-estima e a qualidade do sono, aumenta a sensação de bem-estar e atua efetivamente no controle do ganho de peso.

Ao lado do fortalecimento muscular, se exercitar prepara fisicamente as mulheres para o parto, principalmente o normal, aumentando a elasticidade e ajudando a agüentar melhor as várias horas que o processo pode levar. Esta mesma disposição é muito bem-vinda para equilibrar melhor as mudanças na rotina após o nascimento do bebê e voltar à forma.

Ajuda a cuidar do bebê

Estudos comprovam que, o benefício da atividade regular da mãe chega ao feto. As principais são o aumento de oxigenação e a melhora do fluxo de sangue que ajudam na melhor formação dos órgãos, e há ainda menores chances de gerar um filho obeso e com diabetes.

Contra indicações

Geralmente é o médico quem libera ou restringe o exercício para a futura mamãe, desde a intensidade até quando a gestante pode malhar. Em alguns casos, os médicos até receitam que a grávida faça algum exercício, para evitar complicações na gestação.

Cuidado com os limites!

Equilíbrio é a principal recomendação na hora de se mexer durante a espera do bebê porque exercício de mais ou de menos trazem prejuízos por isso sempre conheça seus limites e o seu ritmo sempre! Entre os cuidados maiores, tome cuidado com as suas articulações, pois durante o período gestacional, o corpo produz um hormônio que deixa os ligamentos mais frouxos, e a chance de torcer o pé, tornozelo e punhos, pode ser maior. Atenção também a sua respiração. Ficar ofegante não é bom para a saúde, principalmente para o bebê, que pode sentir dificuldade para respirar. A mesma atenção serve para a freqüência cardíaca, que não devem passar de 170 batimentos por minuto.

Atenção a escolha dos esportes!

Na lista de modalidades proibidas estão esportes coletivos como vôlei e futebol, lutas em geral, surfe, stand up paddle, ciclismo, escalada ou qualquer outro que tenha risco de queda.

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Passo a Passo para organizar o chá de bebê

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Um dos momentos mais prazerosos da gestação, é organizar o chá de bebê! A chegada de um novo membro na família é sempre motivo de comemoração. Mas muitas vezes a organização pode ser cansativa, principalmente para as futuras mamães! Que tal fazer esta parte, um momento divertido e prazeroso em todos os detalhes? Hoje, trouxemos dicas para tornar a organização muito mais divertida e prazerosa!

Passo 1:

Lista de convidados:

Tradicionalmente, é uma festa feminina, porém, hoje em dia, muitos homens participam também, o famoso chá bar. Mantenha na sua lista, pessoas mais próximas a você e terá futuramente contato com o seu bebê.

Convites:

Hoje em dia, com a era digital, os convites impressos são mais raros. Opte por convites digitais, pois assim você terá mais comodidade para entregar e não haverá perca de tempo com entregas, muitas vezes com pessoas que moram mais distantes. Peça a confirmação também dos convidados, é importante pois assim você consegue organizar a festa de acordo com a quantidade de convidados que estarão presentes.

Passo 2:

A escolha do local e do horário:

Fim de semana é sempre mais indicado e, de preferência, durante o dia. Assim a grávida se cansa menos e ainda ganha tempo para relaxar depois que o evento terminar. A festinha pode acontecer na casa da futura mamãe, na casa de amigos, no salão de festas do prédio, em um bar ou um restaurante. A única preocupação é que o espaço seja confortável o suficiente para acomodar todo mundo.

Escolha dos presentes:

Confira as coisas que o bebê já tem, e elabore uma lista apenas com coisas que faltam, faça essa lista com no máximo 1 mês de antecedência. Para a distribuição dos presentes dos convites, procure por coisas simples, como itens de higiene, banho, brinquedinhos mais baratos como chocalhos, macacões e mijões, e principalmente fraldas são essenciais e não costumam ser opções difíceis e caras para os convidados.

Passo 3:

Comes e bebes para o evento:

Não há muito segredo para um cardápio de chá de bebê. Você pode optar por salgadinhos, mini sanduíches, e outros petiscos fáceis de “beliscar” são uma ótima opção, sucos e refrigerantes para beber são ótimas opções.

Decoração e brincadeiras:

Por ser uma festa mais informal, o chá de bebê não exige uma decoração muito elaborada e, principalmente, cara. Aliás, o desafio é exatamente esse: criar um ambiente agradável e divertido sem gastar muito. Defina o tema do chá de bebê e pense na decoração a partir dele, você pode optar por simplesmente decorar o espaço com itens típicos de uma festa infantil, como guardanapos e copos coloridos e bexigas. Além dos sempre infalíveis arranjos de flores para a mesa principal – onde ficarão os comes e bebes -, uma ideia bacana e simples é decorar com potes transparentes repletos de jujubas, balas e pirulitos. Isso dará ainda mais colorido à festa. Não se esqueça de arrumar um local para os convidados colocarem os presentes. Idéias como usar desde um berço ou carrinho de bebê, ou até uma caixa de papelão grande bem decorada, são muito criativas.

Brincadeiras:

A mais famosa parte do evento, em que os convidados interagem com os futuros pais, são as brincadeiras, muitas delas onde o pai e a mãe tentam adivinhar cada presente. Hoje em dia, existem muitas brincadeiras para o Chá de bebê:

  • Mamãe tenta adivinhar quem deu a fralda ou outro item da lista com uma dica escrita no próprio presente: por exemplo, “sou alta e dorminhoca”.
  • Batata-quente com fralda suja (não precisa ser de verdade): quem ficar com a fralda na mão ao final da música sai da brincadeira, o vencedor ganha uma lembrança.
  • Cada convidado deposita em um saco uma mensagem para o bebê, que mais tarde será lida em voz alta no meio da festa: depois que a primeira mensagem for dita, o autor se identifica e lê a seguinte e assim segue a brincadeira.
  • Convidados tentam adivinhar o sabor das papinhas. A diversão é ver a cara de nojo de alguns deles.
  • Durante a abertura dos presentes, a futura mamãe, com ajuda do papai, deve trocar a fralda de uma boneca, dar banho nela, cantar música de ninar e outras atividades típicas da maternidade.
  • Adivinhar o tamanho da barriga da mamãe: convidados recebem um rolo de barbante e uma tesoura e fazem o corte no ponto que acreditam marcar a circunferência da cintura da gestante; quem acertar, leva um brinde.

Passo 4:

Lembrancinhas para os convidados:

Você pode optar por coisas bem simples, feitas por você ou já prontas. Desde bonequinhos feitos em biscuit personalizados até pequenas suculentas com etiquetas com o nome do bebê são opções válidas. O importante é deixar a imaginação fluir na hora da escolha das lembrancinhas!

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Dicas para a viagem com o bebê

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Com feriados prolongados e a aproximação do final de ano, chegou a hora de começar a preparar a viagem de férias, e para quem tem bebê pequeno em casa o planejamento é mais complexo. É fundamental levar em consideração e prever todas as necessidades que um bebê terá fora de casa. Confira algumas dicas essenciais para viajar com o seu bebê sem dor de cabeça.

– Se for uma viagem de carro, seguir sempre a risca as especificações da cadeirinha de transporte e bebê conforto, lembrando que elas devem sempre estar viradas em direção ao vidro traseiro no banco de trás;

– Se for uma viagem de avião, amamente o bebê no momento da decolagem e no momento da aterrisagem, o movimento de sucção ajuda a diminuir as dores de ouvidos causadas pela pressão da troca de altitude;

– Leve sempre sacos ou sacolas plásticas, para armazenar fraldas sujas; creme para assaduras e soro fisiológico (será muito útil caso o bebê fique com o nariz entupido)

– Leve também filtros solares e chapéus para proteger sempre do sol;

– Se a viagem for de carro, leve sempre painéis escuros para prender no vidro e proteger o bebê do sol;

– Carregue fraldas e papinhas o suficientes apenas para o trajeto da viagem, pois assim sua bagagem fica mais leve e você pode carregar o bebê com mais facilidade, deixe para comprar o suficiente para a estadia no local do destino, se a viagem for de avião, uma opção para manter a mãos mais livres é carregar o bebê em um sling ou um canguru;

– Para os bebês que não amamentam mais no peito, leve sempre o leite em pó e água fervida, leve sempre uma medida a mais para ocasionais imprevistos. Não leve a mistura pronta, pois pode acontecer de estragar no caminho;

– Leve sempre a mão um babador plástico, pois são muito práticos na hora da limpeza se houver algum incidente;

– Leve uma toalha ou edredom mais grosso e pequeno que não ocupe muito espaço na mala, para servir de colchão para o bebê se esticar e descansar durante a viagem;

– Certifique-se que o local de destino possui algum berço para acomodar o bebê, se não houver, leve um berço portátil.

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O sono do bebê: Mitos e Verdades

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Um dos maiores desafios dos pais com seu bebê, é a hora de dormir. Nem sempre é fácil, pois muitas vezes o bebê ou a criança ainda tem energia a gastar justamente no horário que os pais determinam. Para alguns pais sortudos, é só embalar o bebê e logo ele cai no sono. Mas na maioria dos casos, quem dera fosse simples assim. Junto com este “desafio da hora de dormir”, surgem os conselhos e mitos, muitas vezes indicados por avós ou outra pessoa próxima. E hoje, vamos listar alguns mitos e verdades a respeito do sono dos pequenos!

O que é mito e o que é verdade a respeito do sono do meu bebê?

O bebê aprende a dormir sozinho? Mito!

Pode ser que o seu filho nunca tenha demonstrado nenhum tipo de dificuldade na hora de ir para a cama, mas esse comportamento é exceção, segundo estudos, apenas 10% dos bebês desenvolvem a capacidade de adormecer sozinhos, empregando recursos como se balançar, segurar um paninho ou chupar o dedo. Os demais têm de ser ensinados. Por muitas vezes, é impossível que você consiga acostumar um bebê a dormir a noite toda, pois nesta fase, eles repetem sempre um ciclo de mamar, fazer cocô e sono, o ideal para começar este processo do sono, é a partir do quinto mês.

Para o bebê dormir bem, a rotina é necessária? Verdade!

A criança precisa de fato, uma rotina estabelecida para ter uma boa noite de sono, Uma pesquisa recente da Universidade de Saint Joseph (EUA) confirma essa necessidade. Foram estudadas 405 famílias, com filhos de 7 meses a 3 anos. Os resultados mostraram que o simples fato de a criança ir para a cama no mesmo horário todas as noites melhora a continuidade do sono noturno e, consequentemente, contribui com o bom humor das mães. Mas essa regularidade só é possível a partir do quinto mês, quando o bebê já produz um hormônio que induz a sonolência, chamado melatonina. É aí que se deve estabelecer um ritual de sono, repetindo-o todas as noites, antes de colocar a criança na cama.

Não é bom para o bebê dormir de barriga cheia? Verdade!

É totalmente desaconselhável colocar a criança para dormir após mamar, ou ter feito alguma refeição, por mais leve que seja, pois além de causar uma congestão, a criança pode regurgitar o alimento e aspirar diretamente para o pulmão. O ideal é oferecer o alimento a criança até duas horas antes do horário de dormir, pois assim, o organismo do bebê tem tempo de fazer a digestão do alimento.

Se o bebê não dormir durante o dia, ele vai dormir a noite toda? Mito!

Um recém nascido pode dormir em torno de 16 a 19 horas diárias, distribuídas igualmente entre o dia e a noite. “Com o passar dos meses, o sono se concentra à noite e vai gradativamente diminuindo durante o dia. Por volta dos 6 meses, o bebê dorme em torno de 12 horas diárias, com um sono predominantemente noturno, e tira duas ou três sonecas, com duração média de uma hora cada.

Se o bebê dormir no colo, ele acostuma e não consegue dormir depois no berço? Verdade!

Se os pais sempre embalam o filho no colo, estão ensinando que é dessa forma que se adormece, e, acredite, ele assimilará essa informação. Quando acordar no meio da noite, é possível que chore e fique assustado por não reconhecer onde está. Para evitar noites conturbadas, o ideal é que, desde o início, os pais deixem a criança pegar no sono no próprio berço.

É comum o recém nascido trocar o dia pela noite? Verdade!

É muito comum isso acontecer nos três primeiros meses de vida do bebê, pois eles ainda não percebem a diferença entre dia e noite. Com 6 meses, o sono já deve estar concentrado no período noturno. Para evitar que a troca aconteça, não custa reforçar que os pais precisam estabelecer regras e rotina, com horários regulares para dormir.

 

 

 

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O que esperar na hora do desfralde do meu bebê?

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Mamãe, não sabe mais o que fazer porque a criança faz xixi ou cocô na calça vezes seguidas e não consegue aprender a pedir quando tem vontade? Calma, pois seu filho ainda é um bebê e precisa de muita ajuda e paciência, ajudando-o a passar por essa fase da maneira mais natural possível.

Geralmente, o bebê começa a ter necessidade de deixar as fraldas a partir dos dois anos de idade, pois nesta idade já tem condição de segurar a vontade e controlar os músculos e nervos do ânus e da uretra.

Embora realmente não seja uma tarefa simples, com um pouco de paciência e compreensão, muito incentivo e carinho, você conseguirá, junto com seu bebê, atingir este objetivo que é tão importante na vida infantil dele de uma forma bem descomplicado. E, o primeiro passo que você deve colocar em prática para o início do desfralde é observar se o seu bebê já está preparado. Listamos alguns sinais que demonstram a necessidade de independência da fralda do bebê:

– Seu bebê já tem coordenação para falar sem muita dificuldade e andar, sem estar caindo;

– Ele já faz muito xixi de uma só vez;

– Seu bebê já evacua sempre nos mesmos horários e regularmente;

– A fralda fica sempre sequinha entre os cochilos ou por pelo menos duas horas;

– O bebê não consegue mais ficar com a fralda suja, ele pede para trocar ou simplesmente arranca sozinho.

Mas atenção é muito importante o seu incentivo e estímulo, porém, é importante também saber respeitar o tempo e ritmo do bebê, cada criança possui o seu próprio ritmo.

Qual a melhor época para o desfralde do meu bebê?

A melhor fase do ano para fazer essa mudança é no verão, porque as crianças usam menos roupas e há uma diminuição natural do xixi, já que transpiram mais.

O uso de fraldas noturnas só devem ser suspensa após a criança já conseguir entender e fazer tudo no penico ou vaso sanitário durante o dia, observe também se a criança acorda com a fralda seca a maioria das vezes. Isso se repetindo por noites seguidas, é hora de arriscar. Mas, se depois da retirada, a criança começar a fazer xixi à noite novamente, vale voltar atrás e dar tempo ao tempo. Para facilitar esta parte do desfralde, não ofereça líquidos à criança poucas horas antes de dormir. Pais, a técnica que vocês adotarem em casa precisa ser feito na escola, converse com as professoras e funcionários da escola, vocês conseguirão achar uma maneira boa para ambas as partes. Na creche, a retirada da fralda pode ser mais fácil porque uma criança se espelha em outra, que já está adiantada nesse processo, querendo igualar-se a ela.

Outro fator muito importante: não recrimine ou mostre frustração ao seu filho quando o xixi ou cocô escapar. Lembre-se que criança precisa ser estimulada a acertar na próxima vez. Quando isso acontecer, comemorações e elogios são essenciais!

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Os dentes do bebê estão nascendo, qual mordedor pode ser o mais indicado?

dente_de_leite-710x400Basta os primeiros dentinhos darem o ar da graça para o bebê se transformar de uma criatura calminha para um babador de primeira! Nesta fase também, os bebês costumam sentir-se mais irritados, e mesmo o mais calmo dos bebês, acaba se tornando o mais chorão de todos! Os primeiros dentinhos podem ser um pequeno transtorno para o bebê, pois causam mudanças significativas no corpo do pequeno e também os incômodos que não são poucos podem mudar e muito o seu humor.

Quando os dentes do bebê começam a despontar?

Os mais precoces podem romper o primeiro dente (normalmente o incisivo central inferior) já com três meses, enquanto outros podem ter de esperar até quase um ano.

Os últimos dentes (os segundos molares, no fundo da boca) costumam já ter nascido no segundo ano de vida. Com três anos, seu filho deve ter o conjunto completo: 20 dentes de leite.

 Se o seu bebê tem estes sinais, logo os primeiros dentinhos irão apontar:

– Baba (que pode depois provocar uma irritação na pele ao redor da boca)

– Inchaço e sensibilidade na gengiva

– Irritabilidade e mau humor

– Tentativa de morder tudo o que está pela frente

– Falta de apetite

– Problemas para dormir
Em alguns casos, podem acontecer de aparecer alguma alteração no cocô, nariz escorrendo e muitas vezes até febre, pois cada bebê é diferente do outro.

O que fazer para amenizar a irritabilidade e desconforto do bebê?      

Muitas vezes, os mordedores podem seu uma ótima opção, pois o movimento de “mastigar” que o bebê faz no mordedor ajuda a diminuir a irritabilidade e ajuda também no despontamento do dente. Mas além do mordedor, muitas mães optam por pomadinhas próprias para a gengiva sensível do bebê (geralmente, as mesmas possuem agente com camomila, para acalmar a irritabilidade), chás para acalmar o bebê e algum remedinho via oral, no caso se houver febre e por indicação médica.

Qual mordedor é indicado para o meu bebê?

Os mordedores em forma de chupeta massageiam suavemente a gengiva e assim, mantém as mãos dos bebês livres para brincar, enquanto aliviam a tensão causada pela coceira. Este tipo de mordedor é indicado para bebês que os dentes apontam a partir dos três meses, porém, não existe nenhuma contra indicação a respeito de bebês maiores usarem este tipo de mordedor.

Para os bebês que gostem de pegar as coisas, os mordedores em forma de brinquedos, muitas vezes com uma base para pegar são os ideais, a partir dos sete meses, idade em que a curiosidade e a coordenação dos bebês afloram, os mordedores em formatos de bichinhos, mãos e pés são muito bem aceitos. A partir do Nono mês, os mordedores com chocalhos são uma boa pedida.

A partir do primeiro ano, os bebês já possuem certa independência, e muitas vezes os mordedores mais comuns não são o suficiente, pois não desperta mais a curiosidade dos pequenos, sendo assim o indicado nessa idade seria os mordedores com funções educativas. Geralmente nesta fase, são recomendados os alimentadores como uma função de mordedor, pois estimula também a alimentação do bebê.

Caso o seu bebê não se adapte a mordedores e outras soluções citadas acima, fique tranquila e converse com o pediatra, ele irá passar dicas de como agir da melhor forma nesta fase do seu filho!

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Vamos falar sobre Autismo?

Para muitas famílias, essa jornada de descoberta é impactada pelo diagnóstico do autismo. Ao mesmo tempo em que há a sensação de alívio por se ter uma resposta para o comportamento da criança, os pais acabam passando por momentos de tristeza e frustração. Muitos chegam a esse estágio esgotados emocionalmente, depois de passar por diversos médicos e ouvirem opiniões que geram vários conflitos antes de terem o diagnóstico. Por que é difícil diagnosticar o autismo?

O diagnóstico do autismo é clínico, feito através de observação direta do comportamento e de uma entrevista com os pais ou responsáveis. Os sintomas costumam estar presentes antes dos 3 anos de idade, sendo possível fazer o diagnóstico por volta dos 18 meses de idade.

Mas na realidade, o que é o autismo?

O autismo, também chamado de Transtorno do Espectro Autista, é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) que tem influência genética e é causado por defeitos em partes do cérebro, como o cerebelo, por exemplo.

As causas ainda intrigam os cientistas, mas sabe-se que a genética tem um papel importante. É um universo singular e consideravelmente desconhecido, onde uma criança autista pode desenvolver habilidades geniais, enquanto outra não aprende a falar, por exemplo.

Para o autista, o relacionamento com outras pessoas costuma não despertar interesse. O contato visual com o outro é ausente ou pouco frequente e a fala, usada com dificuldade. Algumas frases podem ser constantemente repetidas e a comunicação acaba se dando, principalmente, por gestos. Por isso, evita-se o contato físico no relacionamento com o autista – já que o mundo, para ele, parece ameaçador. Insistir neste tipo de contato ou promover mudanças bruscas na rotina dessas crianças pode desencadear crises de agressividade.

O autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:

-ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;

-o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;

-domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.

Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.

O reconhecimento precoce, assim como as terapias comportamentais, educacionais e familiares podem reduzir os sintomas, além de oferecer um pilar de apoio ao desenvolvimento e à aprendizagem.