Publicado em Postagens

Mamães Fitness: novidade para as grávidas!

gravida-fitness1Hoje em dia, com a facilidade de acessos a vários assuntos, um público que se identifica com esta praticidade, é o grupo de mamães, sejam elas novas na área ou com experiência.

Devido a muitas vezes tempo, condição financeira ou por praticidade, muitas acabam realizando os exercícios em casa. Mas atenção, a prática do exercício errado, pode levar algumas conseqüências as grávidas. Por esse motivo, listamos alguns passos para te levar no caminho certo!

Benefícios para a gravidez!

Manter o corpo ativo ajuda ainda a amenizar os desconfortos que a gravidez naturalmente traz como dor nas costas e inchaço, é importantíssimo para lidar melhor com a onda de hormônios e controla o surgimento de doenças próprias da gestação como a diabetes gestacional e a hipertensão. Melhora também a auto-estima e a qualidade do sono, aumenta a sensação de bem-estar e atua efetivamente no controle do ganho de peso.

Ao lado do fortalecimento muscular, se exercitar prepara fisicamente as mulheres para o parto, principalmente o normal, aumentando a elasticidade e ajudando a agüentar melhor as várias horas que o processo pode levar. Esta mesma disposição é muito bem-vinda para equilibrar melhor as mudanças na rotina após o nascimento do bebê e voltar à forma.

Ajuda a cuidar do bebê

Estudos comprovam que, o benefício da atividade regular da mãe chega ao feto. As principais são o aumento de oxigenação e a melhora do fluxo de sangue que ajudam na melhor formação dos órgãos, e há ainda menores chances de gerar um filho obeso e com diabetes.

Contra indicações

Geralmente é o médico quem libera ou restringe o exercício para a futura mamãe, desde a intensidade até quando a gestante pode malhar. Em alguns casos, os médicos até receitam que a grávida faça algum exercício, para evitar complicações na gestação.

Cuidado com os limites!

Equilíbrio é a principal recomendação na hora de se mexer durante a espera do bebê porque exercício de mais ou de menos trazem prejuízos por isso sempre conheça seus limites e o seu ritmo sempre! Entre os cuidados maiores, tome cuidado com as suas articulações, pois durante o período gestacional, o corpo produz um hormônio que deixa os ligamentos mais frouxos, e a chance de torcer o pé, tornozelo e punhos, pode ser maior. Atenção também a sua respiração. Ficar ofegante não é bom para a saúde, principalmente para o bebê, que pode sentir dificuldade para respirar. A mesma atenção serve para a freqüência cardíaca, que não devem passar de 170 batimentos por minuto.

Atenção a escolha dos esportes!

Na lista de modalidades proibidas estão esportes coletivos como vôlei e futebol, lutas em geral, surfe, stand up paddle, ciclismo, escalada ou qualquer outro que tenha risco de queda.

Publicado em Postagens

Passo a Passo para organizar o chá de bebê

dlqdjr4q21dzvp4fr0xmcmld4

Um dos momentos mais prazerosos da gestação, é organizar o chá de bebê! A chegada de um novo membro na família é sempre motivo de comemoração. Mas muitas vezes a organização pode ser cansativa, principalmente para as futuras mamães! Que tal fazer esta parte, um momento divertido e prazeroso em todos os detalhes? Hoje, trouxemos dicas para tornar a organização muito mais divertida e prazerosa!

Passo 1:

Lista de convidados:

Tradicionalmente, é uma festa feminina, porém, hoje em dia, muitos homens participam também, o famoso chá bar. Mantenha na sua lista, pessoas mais próximas a você e terá futuramente contato com o seu bebê.

Convites:

Hoje em dia, com a era digital, os convites impressos são mais raros. Opte por convites digitais, pois assim você terá mais comodidade para entregar e não haverá perca de tempo com entregas, muitas vezes com pessoas que moram mais distantes. Peça a confirmação também dos convidados, é importante pois assim você consegue organizar a festa de acordo com a quantidade de convidados que estarão presentes.

Passo 2:

A escolha do local e do horário:

Fim de semana é sempre mais indicado e, de preferência, durante o dia. Assim a grávida se cansa menos e ainda ganha tempo para relaxar depois que o evento terminar. A festinha pode acontecer na casa da futura mamãe, na casa de amigos, no salão de festas do prédio, em um bar ou um restaurante. A única preocupação é que o espaço seja confortável o suficiente para acomodar todo mundo.

Escolha dos presentes:

Confira as coisas que o bebê já tem, e elabore uma lista apenas com coisas que faltam, faça essa lista com no máximo 1 mês de antecedência. Para a distribuição dos presentes dos convites, procure por coisas simples, como itens de higiene, banho, brinquedinhos mais baratos como chocalhos, macacões e mijões, e principalmente fraldas são essenciais e não costumam ser opções difíceis e caras para os convidados.

Passo 3:

Comes e bebes para o evento:

Não há muito segredo para um cardápio de chá de bebê. Você pode optar por salgadinhos, mini sanduíches, e outros petiscos fáceis de “beliscar” são uma ótima opção, sucos e refrigerantes para beber são ótimas opções.

Decoração e brincadeiras:

Por ser uma festa mais informal, o chá de bebê não exige uma decoração muito elaborada e, principalmente, cara. Aliás, o desafio é exatamente esse: criar um ambiente agradável e divertido sem gastar muito. Defina o tema do chá de bebê e pense na decoração a partir dele, você pode optar por simplesmente decorar o espaço com itens típicos de uma festa infantil, como guardanapos e copos coloridos e bexigas. Além dos sempre infalíveis arranjos de flores para a mesa principal – onde ficarão os comes e bebes -, uma ideia bacana e simples é decorar com potes transparentes repletos de jujubas, balas e pirulitos. Isso dará ainda mais colorido à festa. Não se esqueça de arrumar um local para os convidados colocarem os presentes. Idéias como usar desde um berço ou carrinho de bebê, ou até uma caixa de papelão grande bem decorada, são muito criativas.

Brincadeiras:

A mais famosa parte do evento, em que os convidados interagem com os futuros pais, são as brincadeiras, muitas delas onde o pai e a mãe tentam adivinhar cada presente. Hoje em dia, existem muitas brincadeiras para o Chá de bebê:

  • Mamãe tenta adivinhar quem deu a fralda ou outro item da lista com uma dica escrita no próprio presente: por exemplo, “sou alta e dorminhoca”.
  • Batata-quente com fralda suja (não precisa ser de verdade): quem ficar com a fralda na mão ao final da música sai da brincadeira, o vencedor ganha uma lembrança.
  • Cada convidado deposita em um saco uma mensagem para o bebê, que mais tarde será lida em voz alta no meio da festa: depois que a primeira mensagem for dita, o autor se identifica e lê a seguinte e assim segue a brincadeira.
  • Convidados tentam adivinhar o sabor das papinhas. A diversão é ver a cara de nojo de alguns deles.
  • Durante a abertura dos presentes, a futura mamãe, com ajuda do papai, deve trocar a fralda de uma boneca, dar banho nela, cantar música de ninar e outras atividades típicas da maternidade.
  • Adivinhar o tamanho da barriga da mamãe: convidados recebem um rolo de barbante e uma tesoura e fazem o corte no ponto que acreditam marcar a circunferência da cintura da gestante; quem acertar, leva um brinde.

Passo 4:

Lembrancinhas para os convidados:

Você pode optar por coisas bem simples, feitas por você ou já prontas. Desde bonequinhos feitos em biscuit personalizados até pequenas suculentas com etiquetas com o nome do bebê são opções válidas. O importante é deixar a imaginação fluir na hora da escolha das lembrancinhas!

Publicado em Postagens

Dicas para a viagem com o bebê

bebe-viagem

Com feriados prolongados e a aproximação do final de ano, chegou a hora de começar a preparar a viagem de férias, e para quem tem bebê pequeno em casa o planejamento é mais complexo. É fundamental levar em consideração e prever todas as necessidades que um bebê terá fora de casa. Confira algumas dicas essenciais para viajar com o seu bebê sem dor de cabeça.

– Se for uma viagem de carro, seguir sempre a risca as especificações da cadeirinha de transporte e bebê conforto, lembrando que elas devem sempre estar viradas em direção ao vidro traseiro no banco de trás;

– Se for uma viagem de avião, amamente o bebê no momento da decolagem e no momento da aterrisagem, o movimento de sucção ajuda a diminuir as dores de ouvidos causadas pela pressão da troca de altitude;

– Leve sempre sacos ou sacolas plásticas, para armazenar fraldas sujas; creme para assaduras e soro fisiológico (será muito útil caso o bebê fique com o nariz entupido)

– Leve também filtros solares e chapéus para proteger sempre do sol;

– Se a viagem for de carro, leve sempre painéis escuros para prender no vidro e proteger o bebê do sol;

– Carregue fraldas e papinhas o suficientes apenas para o trajeto da viagem, pois assim sua bagagem fica mais leve e você pode carregar o bebê com mais facilidade, deixe para comprar o suficiente para a estadia no local do destino, se a viagem for de avião, uma opção para manter a mãos mais livres é carregar o bebê em um sling ou um canguru;

– Para os bebês que não amamentam mais no peito, leve sempre o leite em pó e água fervida, leve sempre uma medida a mais para ocasionais imprevistos. Não leve a mistura pronta, pois pode acontecer de estragar no caminho;

– Leve sempre a mão um babador plástico, pois são muito práticos na hora da limpeza se houver algum incidente;

– Leve uma toalha ou edredom mais grosso e pequeno que não ocupe muito espaço na mala, para servir de colchão para o bebê se esticar e descansar durante a viagem;

– Certifique-se que o local de destino possui algum berço para acomodar o bebê, se não houver, leve um berço portátil.

Publicado em Postagens

O sono do bebê: Mitos e Verdades

bebe dormindo

Um dos maiores desafios dos pais com seu bebê, é a hora de dormir. Nem sempre é fácil, pois muitas vezes o bebê ou a criança ainda tem energia a gastar justamente no horário que os pais determinam. Para alguns pais sortudos, é só embalar o bebê e logo ele cai no sono. Mas na maioria dos casos, quem dera fosse simples assim. Junto com este “desafio da hora de dormir”, surgem os conselhos e mitos, muitas vezes indicados por avós ou outra pessoa próxima. E hoje, vamos listar alguns mitos e verdades a respeito do sono dos pequenos!

O que é mito e o que é verdade a respeito do sono do meu bebê?

O bebê aprende a dormir sozinho? Mito!

Pode ser que o seu filho nunca tenha demonstrado nenhum tipo de dificuldade na hora de ir para a cama, mas esse comportamento é exceção, segundo estudos, apenas 10% dos bebês desenvolvem a capacidade de adormecer sozinhos, empregando recursos como se balançar, segurar um paninho ou chupar o dedo. Os demais têm de ser ensinados. Por muitas vezes, é impossível que você consiga acostumar um bebê a dormir a noite toda, pois nesta fase, eles repetem sempre um ciclo de mamar, fazer cocô e sono, o ideal para começar este processo do sono, é a partir do quinto mês.

Para o bebê dormir bem, a rotina é necessária? Verdade!

A criança precisa de fato, uma rotina estabelecida para ter uma boa noite de sono, Uma pesquisa recente da Universidade de Saint Joseph (EUA) confirma essa necessidade. Foram estudadas 405 famílias, com filhos de 7 meses a 3 anos. Os resultados mostraram que o simples fato de a criança ir para a cama no mesmo horário todas as noites melhora a continuidade do sono noturno e, consequentemente, contribui com o bom humor das mães. Mas essa regularidade só é possível a partir do quinto mês, quando o bebê já produz um hormônio que induz a sonolência, chamado melatonina. É aí que se deve estabelecer um ritual de sono, repetindo-o todas as noites, antes de colocar a criança na cama.

Não é bom para o bebê dormir de barriga cheia? Verdade!

É totalmente desaconselhável colocar a criança para dormir após mamar, ou ter feito alguma refeição, por mais leve que seja, pois além de causar uma congestão, a criança pode regurgitar o alimento e aspirar diretamente para o pulmão. O ideal é oferecer o alimento a criança até duas horas antes do horário de dormir, pois assim, o organismo do bebê tem tempo de fazer a digestão do alimento.

Se o bebê não dormir durante o dia, ele vai dormir a noite toda? Mito!

Um recém nascido pode dormir em torno de 16 a 19 horas diárias, distribuídas igualmente entre o dia e a noite. “Com o passar dos meses, o sono se concentra à noite e vai gradativamente diminuindo durante o dia. Por volta dos 6 meses, o bebê dorme em torno de 12 horas diárias, com um sono predominantemente noturno, e tira duas ou três sonecas, com duração média de uma hora cada.

Se o bebê dormir no colo, ele acostuma e não consegue dormir depois no berço? Verdade!

Se os pais sempre embalam o filho no colo, estão ensinando que é dessa forma que se adormece, e, acredite, ele assimilará essa informação. Quando acordar no meio da noite, é possível que chore e fique assustado por não reconhecer onde está. Para evitar noites conturbadas, o ideal é que, desde o início, os pais deixem a criança pegar no sono no próprio berço.

É comum o recém nascido trocar o dia pela noite? Verdade!

É muito comum isso acontecer nos três primeiros meses de vida do bebê, pois eles ainda não percebem a diferença entre dia e noite. Com 6 meses, o sono já deve estar concentrado no período noturno. Para evitar que a troca aconteça, não custa reforçar que os pais precisam estabelecer regras e rotina, com horários regulares para dormir.

 

 

 

Publicado em Postagens

O que esperar na hora do desfralde do meu bebê?

bebe-desfraldando

Mamãe, não sabe mais o que fazer porque a criança faz xixi ou cocô na calça vezes seguidas e não consegue aprender a pedir quando tem vontade? Calma, pois seu filho ainda é um bebê e precisa de muita ajuda e paciência, ajudando-o a passar por essa fase da maneira mais natural possível.

Geralmente, o bebê começa a ter necessidade de deixar as fraldas a partir dos dois anos de idade, pois nesta idade já tem condição de segurar a vontade e controlar os músculos e nervos do ânus e da uretra.

Embora realmente não seja uma tarefa simples, com um pouco de paciência e compreensão, muito incentivo e carinho, você conseguirá, junto com seu bebê, atingir este objetivo que é tão importante na vida infantil dele de uma forma bem descomplicado. E, o primeiro passo que você deve colocar em prática para o início do desfralde é observar se o seu bebê já está preparado. Listamos alguns sinais que demonstram a necessidade de independência da fralda do bebê:

– Seu bebê já tem coordenação para falar sem muita dificuldade e andar, sem estar caindo;

– Ele já faz muito xixi de uma só vez;

– Seu bebê já evacua sempre nos mesmos horários e regularmente;

– A fralda fica sempre sequinha entre os cochilos ou por pelo menos duas horas;

– O bebê não consegue mais ficar com a fralda suja, ele pede para trocar ou simplesmente arranca sozinho.

Mas atenção é muito importante o seu incentivo e estímulo, porém, é importante também saber respeitar o tempo e ritmo do bebê, cada criança possui o seu próprio ritmo.

Qual a melhor época para o desfralde do meu bebê?

A melhor fase do ano para fazer essa mudança é no verão, porque as crianças usam menos roupas e há uma diminuição natural do xixi, já que transpiram mais.

O uso de fraldas noturnas só devem ser suspensa após a criança já conseguir entender e fazer tudo no penico ou vaso sanitário durante o dia, observe também se a criança acorda com a fralda seca a maioria das vezes. Isso se repetindo por noites seguidas, é hora de arriscar. Mas, se depois da retirada, a criança começar a fazer xixi à noite novamente, vale voltar atrás e dar tempo ao tempo. Para facilitar esta parte do desfralde, não ofereça líquidos à criança poucas horas antes de dormir. Pais, a técnica que vocês adotarem em casa precisa ser feito na escola, converse com as professoras e funcionários da escola, vocês conseguirão achar uma maneira boa para ambas as partes. Na creche, a retirada da fralda pode ser mais fácil porque uma criança se espelha em outra, que já está adiantada nesse processo, querendo igualar-se a ela.

Outro fator muito importante: não recrimine ou mostre frustração ao seu filho quando o xixi ou cocô escapar. Lembre-se que criança precisa ser estimulada a acertar na próxima vez. Quando isso acontecer, comemorações e elogios são essenciais!

Publicado em Postagens

Os dentes do bebê estão nascendo, qual mordedor pode ser o mais indicado?

dente_de_leite-710x400Basta os primeiros dentinhos darem o ar da graça para o bebê se transformar de uma criatura calminha para um babador de primeira! Nesta fase também, os bebês costumam sentir-se mais irritados, e mesmo o mais calmo dos bebês, acaba se tornando o mais chorão de todos! Os primeiros dentinhos podem ser um pequeno transtorno para o bebê, pois causam mudanças significativas no corpo do pequeno e também os incômodos que não são poucos podem mudar e muito o seu humor.

Quando os dentes do bebê começam a despontar?

Os mais precoces podem romper o primeiro dente (normalmente o incisivo central inferior) já com três meses, enquanto outros podem ter de esperar até quase um ano.

Os últimos dentes (os segundos molares, no fundo da boca) costumam já ter nascido no segundo ano de vida. Com três anos, seu filho deve ter o conjunto completo: 20 dentes de leite.

 Se o seu bebê tem estes sinais, logo os primeiros dentinhos irão apontar:

– Baba (que pode depois provocar uma irritação na pele ao redor da boca)

– Inchaço e sensibilidade na gengiva

– Irritabilidade e mau humor

– Tentativa de morder tudo o que está pela frente

– Falta de apetite

– Problemas para dormir
Em alguns casos, podem acontecer de aparecer alguma alteração no cocô, nariz escorrendo e muitas vezes até febre, pois cada bebê é diferente do outro.

O que fazer para amenizar a irritabilidade e desconforto do bebê?      

Muitas vezes, os mordedores podem seu uma ótima opção, pois o movimento de “mastigar” que o bebê faz no mordedor ajuda a diminuir a irritabilidade e ajuda também no despontamento do dente. Mas além do mordedor, muitas mães optam por pomadinhas próprias para a gengiva sensível do bebê (geralmente, as mesmas possuem agente com camomila, para acalmar a irritabilidade), chás para acalmar o bebê e algum remedinho via oral, no caso se houver febre e por indicação médica.

Qual mordedor é indicado para o meu bebê?

Os mordedores em forma de chupeta massageiam suavemente a gengiva e assim, mantém as mãos dos bebês livres para brincar, enquanto aliviam a tensão causada pela coceira. Este tipo de mordedor é indicado para bebês que os dentes apontam a partir dos três meses, porém, não existe nenhuma contra indicação a respeito de bebês maiores usarem este tipo de mordedor.

Para os bebês que gostem de pegar as coisas, os mordedores em forma de brinquedos, muitas vezes com uma base para pegar são os ideais, a partir dos sete meses, idade em que a curiosidade e a coordenação dos bebês afloram, os mordedores em formatos de bichinhos, mãos e pés são muito bem aceitos. A partir do Nono mês, os mordedores com chocalhos são uma boa pedida.

A partir do primeiro ano, os bebês já possuem certa independência, e muitas vezes os mordedores mais comuns não são o suficiente, pois não desperta mais a curiosidade dos pequenos, sendo assim o indicado nessa idade seria os mordedores com funções educativas. Geralmente nesta fase, são recomendados os alimentadores como uma função de mordedor, pois estimula também a alimentação do bebê.

Caso o seu bebê não se adapte a mordedores e outras soluções citadas acima, fique tranquila e converse com o pediatra, ele irá passar dicas de como agir da melhor forma nesta fase do seu filho!

Publicado em Postagens

Vamos falar sobre Autismo?

Para muitas famílias, essa jornada de descoberta é impactada pelo diagnóstico do autismo. Ao mesmo tempo em que há a sensação de alívio por se ter uma resposta para o comportamento da criança, os pais acabam passando por momentos de tristeza e frustração. Muitos chegam a esse estágio esgotados emocionalmente, depois de passar por diversos médicos e ouvirem opiniões que geram vários conflitos antes de terem o diagnóstico. Por que é difícil diagnosticar o autismo?

O diagnóstico do autismo é clínico, feito através de observação direta do comportamento e de uma entrevista com os pais ou responsáveis. Os sintomas costumam estar presentes antes dos 3 anos de idade, sendo possível fazer o diagnóstico por volta dos 18 meses de idade.

Mas na realidade, o que é o autismo?

O autismo, também chamado de Transtorno do Espectro Autista, é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) que tem influência genética e é causado por defeitos em partes do cérebro, como o cerebelo, por exemplo.

As causas ainda intrigam os cientistas, mas sabe-se que a genética tem um papel importante. É um universo singular e consideravelmente desconhecido, onde uma criança autista pode desenvolver habilidades geniais, enquanto outra não aprende a falar, por exemplo.

Para o autista, o relacionamento com outras pessoas costuma não despertar interesse. O contato visual com o outro é ausente ou pouco frequente e a fala, usada com dificuldade. Algumas frases podem ser constantemente repetidas e a comunicação acaba se dando, principalmente, por gestos. Por isso, evita-se o contato físico no relacionamento com o autista – já que o mundo, para ele, parece ameaçador. Insistir neste tipo de contato ou promover mudanças bruscas na rotina dessas crianças pode desencadear crises de agressividade.

O autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:

-ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;

-o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;

-domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.

Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.

O reconhecimento precoce, assim como as terapias comportamentais, educacionais e familiares podem reduzir os sintomas, além de oferecer um pilar de apoio ao desenvolvimento e à aprendizagem.

Publicado em Postagens

A adolescência do bebê: a famosa “crise dos dois anos”

Se o seu bebê começa a apresentar alguma rebeldia perto dos dois anos de idade, ele esta entrando na famosa “adolescência do bebê”, mas não precisa se desesperar, você não é a única mãe a passar por isso!

Por volta dos dois anos de idade a criança entra em uma fase conhecida como adolescência do bebê, ou terrible twos, em inglês. É quando começam as freqüentes crises de birras e mal criações sempre que sua vontade é contrariada. Mesmo os mais bonzinhos e tranqüilos surpreendem os pais com ataques de choro e gritos, se jogam no chão, agridem os amigos, batem a cabeça na parede, mordem, beliscam e dizem “não” a tudo que lhes é pedido.

Para entender por que isso ocorre, precisamos ter em mente que nos primeiros anos de vida do bebê, ele só engatinha e é totalmente dependente do outro. Não consegue comer sozinho, tampouco falar. Dos 10 meses em diante, já está apto a andar e começa a desenvolver autonomia para ir e vir. A partir dos dois anos, a criança já consegue se expressar e tem bom arsenal vocabular. Frases como “eu quero” ou “é meu” passam a ser usadas constantemente, além de ele se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. Na prática, a criança passa a verbalizar aquilo que deseja (ou não). E é aí que começam os conflitos entre pais e filhos.

Como lidar com o “terrible two”

– Entenda que faz parte do desenvolvimento da criança. Não há nada de errado com ela. Não supervalorize e nem superestime uma crise de birra. Na medida do possível, ignore e deixe que ela se acalme sozinha. Explique que chorar não faz com que as coisas se resolvam. Nesse caso, é bom manter o diálogo: “Quando tu parares de chorar, a gente conversa”. Mantenha o controle. Durante a crise de birra, a criança não ouve. Espere que ela se tranqüilize sem sua ajuda. Caso estiverem em um lugar público e isso não for possível, abrace-a e tente distraí-la com outro assunto. Dê limites sempre. O ideal é que a criança saiba a conseqüência que sofrerá se fizer algo de errado antes de ser punida.

Como os pais devem agir mediante a crise dos 2 Anos?

1.      Agir com calma.

O melhor a fazer durante uma birra é manter a calma. Ficar ao lado do seu filho, protegê-lo de batidas no chão ou objetos próximos, e aguardar o fim da crise. É difícil se segurar, especialmente se a criança chuta, joga objetos e chega ao ponto de prender a respiração. Durante a crise, a criança não é capaz de compreender bem o que você fala, mas piora muito se você gritar ou ameaçar. Algumas crianças melhoram quando você o abraça, ou o distrai com alguma coisa. Mas outras pioram se você intervir. Após o término da crise, é importante acolher e abraçar a criança, pois ela se sente exausta após essa explosão emocional. Deixar a criança sozinha no quarto pode fazê-la se sentir abandonada, ainda mais que ela fica muito assustada também com a crise. Se você estiver em algum lugar público, pegue a criança no colo e leve-a para algum lugar calmo, até que a criança fique tranqüila. Dessa forma você também tira o estresse extra de ser observado, principalmente por estranhos.

2.      Lembre-se que você é o adulto.

Não ceda a exigências irracionais ou que sejam ruins para seu filho. Na tentativa de acabar logo com o escândalo, ficamos tentados a ceder. E não se preocupe com o que outros pensam. Todos os pais já passaram por isso.

3.      Converse depois da crise.

É importante conversar com a criança depois que a birra terminar. Ajude-a expressar sua frustração, explique que você o entende por ficar aborrecido, mas deixe claro também que aquilo é inaceitável.

4.      Deixe claro que ele é amado

Depois de um desgaste desses, quando tudo estiver calmo, diga que o ama, abrace seu filho.

5. Evite situações que sabidamente gerem crises

Observe que tipo de situações gera explosões de birra no seu filho, e procure evitá-las, exemplo, ao passeio no shopping, evite (se possível) passar próximo a locais que você sabe que existem coisas que possam gerar birra na criança.

6.     Fique atento ao excesso

É comum que haja essas crises diariamente, mas alguns acontecimentos podem piorar como brigas familiares, pais trabalhando muito, chegada de um irmão. Se a criança fica exageradamente estressada e passa a se machucar ou aos outros, pode ser bom ir ao psicólogo.

Publicado em Postagens

Saiba como as brincadeiras na educação infantil podem ajudar no desenvolvimento do seu filho

As brincadeiras infantis ajudam demais no desenvolvimento das crianças. Conheça algumas brincadeiras.

É normal ouvir os mais velhos dizerem que são eles que tiveram a melhor infância, em que se brincava na rua sem nenhum perigo. O crescimento da tecnologia no mundo atual fez com que todo mundo esquecesse das verdadeiras brincadeiras infantis e fez com que as crianças crescessem em um mundo virtual onde suas brincadeiras ficam na tela de um celular.

As brincadeiras infantis ajudam, no desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo da criança, mas a verdade é que existem brinquedos próprios para cada faixa etária.

As brincadeiras desenvolvem a autonomia e ajudam a perder a timidez, pois nas atividades em conjunto essa barreira pode ser quebrada. Por isso, antes do celular, é melhor investir em brincadeiras mais socializáveis, onde as crianças possam interagir.

A brincadeira significa mexer com o universo lúdico da criança, de instigar sua imaginação. Ao se deparar com um jogo, com algum brinquedo ou brincadeira, ela cria, descobre e experimenta coisas, compara um jogo ao outro, reinventa uma brincadeira, experimenta algo novo.

A imaginação da criança se desenvolve cada vez mais juntamente com as suas habilidades. E se as brincadeiras na educação infantil forem feitas em grupo, irá desenvolver a sociabilidade.

As crianças, além de fazerem amigos, serão ensinadas a aprender e compartilhar, a respeitar os outros e a respeitar algumas normas.

Brincar com atividades lúdicas na educação infantil também é muito importante para a saúde física e, principalmente, para a emocional e intelectual. Isso porque o brincar é uma atividade prazerosa para a criança e sem as brincadeiras lúdicas seria um tédio para elas o processo de aprendizagem.

Além da extrema importância no desenvolvimento da criança, as brincadeiras na educação infantil também ajudam a liberar energia.

Como já dito, atualmente as crianças ficam muito tempo em jogos no celular e dentro de casa. Em detrimento de ficarem do dia inteiro dentro de casa essas crianças têm energia de sobra.

Os pais podem não perceber e nem mesmo a criança, mas por ficar todo dia dentro de casa assistindo algum canal de desenho animado ou com algum jogo eletrônico a criança vai acumulando energia e em algum momento precisará extravasar.

Claro que não é preciso proibir o uso de tecnologias, mas é indicado que a criança desfrute dos dois momentos. Limite um tempo a televisão e outro tempo para brincadeiras infantis

As brincadeiras infantis tradicionais são ótimas para desenvolver a integração e a cooperação entre elas. Elas são tradicionais, mas podem ter ficado esquecidas com o tempo. Listamos 5 brincadeiras e o que elas podem ajudar no desenvolvimento do seu filho.

O mestre mandou

Essa brincadeira infantil é bastante conhecida e consiste em escolher alguém que será o “mestre” que escolherá alguma coisa para as demais crianças pegarem ou fazerem. Quem não cumprir, estará fora.

Essa brincadeira ajuda a desenvolver a liderança, pois faz a criança se sentir mais confiante, além de trabalhar a capacidade de inventar coisas, mexendo com a imaginação e desenvolvendo a memória.

Ciranda

“Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar”, quem não conhece essa música, não é? Nessa brincadeira infantil, onde todos ficam de mãos dadas enquanto ficam girando e cantando cantigas, se desenvolve o trabalho em equipe.

As crianças estreitam os laços, pois estão dançando e cantando juntas, além de ficarem mais extrovertidas. Outro benefício é a noção de espaço e equilíbrio, já que está fazendo tudo em conjunto.

O cantar na educação infantil também ajuda no domínio da linguagem e melhora a desenvoltura da criança ao se comunicar.

Cabra-Cega

Cabra-cega é outra brincadeira que ajuda a desenvolver o equilíbrio e noção de espaço da criança. Por uma das crianças estar vendada e precisar correr atrás das outras sem enxergar, essa brincadeira ajuda a ter mais controle sobre o próprio corpo.

Por estar vendada, essa brincadeira infantil também ajuda a desenvolver todos os sentidos. Sua audição, olfato e percepção ficam mais aguçados.

Ajuda também na confiança, já que ficar sem visão pode proporcionar desconfiança e medo. Mas essa brincadeira ajuda a encarar os desafios, fazer novas descoberta e faz a criança acreditar mais em si mesma.

Esconde-esconde

Outra brincadeira também muito famosa. O esconde-esconde desenvolve o senso competitivo da criança, estimula sua reflexão estratégica e melhora seu desempenho na velocidade e na resistência física.

Atividades competitivas auxiliam as crianças na integração ao grupo, a superar seus limites e a ensinam a lidar com perdas.

Amarelinha

Por último uma brincadeira que todo mundo gosta, é fácil e ainda ajuda no físico.

Por ter que pular em um pé só, a amarelinha auxilia bastante no desenvolvimento do equilíbrio e noção de espaço, além de também ajudar a fortalecer os músculos inferiores.

Não tem dúvidas que as brincadeiras infantis são muito importantes na educação infantil para o bom desenvolvimento do seu filho. Então estimule-o você a sair para brincar com os amigos, que além de se divertir, aprender e se fortalecer, ele ainda vai gastar todas a energias e ter uma ótima noite de sono.

Publicado em Postagens

A fase do nascimento dos dentes do bebê

Conheça os sintomas que precedem essa fase e como cuidar melhor dos dentes do seu filho

Muitos pais relatam que quando começam a nascer os primeiros dentinhos do bebê a mudança de humor da criança é gritante. Falam que o bebê fica chato, irritado, que não consegue dormir direito a noite. Além da irritação, os pais também alegam que nessa época do nascimento dos dentes do bebê, ele também fica doente com sintomas como diarreia, febre, resfriados, entre outros.

Mas os especialistas não acreditam que resfriados e febre acontecem por causa do nascimento do dente. O mais provável é que o estresse por causa da dor baixe a imunidade do bebê deixando-o vulnerável a infecções.

Os primeiros dentinhos costumam começar a nascer por volta dos 6 meses. Nesse momento é quando você percebe que o seu filho está crescendo e é quando a dieta alimentar dele começar a mudar para uma dieta com alimentos sólidos. Mas esse tempo pode variar. Alguns bebês começam a ver os nascimentos dos dentes com 3 meses enquanto outros precisam esperar até uns 12 meses.

Essa fase do nascimento dos dentes pode ser meio exaustiva tanto para o bebê quanto para os pais. Os sintomas começam a aparecer, pelo menos, um mês antes dos primeiros dentinhos nascerem.

Alguns dos sintomas são:

– Baba

– Falta de apetite

– Inchaço e maior sensibilidade na gengiva

– Mau humor

– Problemas para dormir

– Tentativa de morder os que está pela frente

Esse último sintoma não é hostilidade e, sim, para tentar aliviar a dor. Para tentar sanar o sofrimento, você também pode dar alguma coisa para ele ficar mordendo, como mordedores ou alguma coisa gelada, ou tentar massagear a gengiva do seu bebê.

As gengivas poderão ficar inchadas quando os dentinhos forem romper, deixando as bochechas da criança um pouco maiores.

Alimentos gelados, como iogurtes e frutas, também podem aliviar a dor do nascimento dos dentes. Se isso não melhorar, procure o médico e veja se ele indica algum analgésico infantil para tentar melhora a dor.

Passado o sofrimento dos primeiros dentinhos do bebê vão começar a nascer um atrás do outro. De um sorriso desdentado para a semana seguinte já começar a despontar vários branquinhos dos dentes.

Os primeiros a nascer, em geral, são os dois incisivos centrais de baixo, seguido dos dois de cima, depois os que ficam ao lado e por último os dentinhos que ficam no fundo.

crianças escovando os dentes

Depois do nascimento dos dentes é preciso mantê-los sempre muito limpos. No primeiro ano de vida do seu bebê não escove “ de verdade “ os seus dentes. É mais indicado passar uma fraldinha limpa ou uma gaze uma vez por dia nos dentinhos.

Outra dica para cuidar melhor dos dentes do seu filho é evitar acostumá-lo a adormecer mamando. Os açúcares do leite (da mãe ou em pó) podem fermentar e corroer o esmalte dos dentes do bebê. Por isso, tenta adiantar a hora da amamentação da noite, desvinculando o leite do ritual de dormir.

Mas quando começar a escovar os dentes do bebê? A hora certa para isso é quando ele atingir 1 ano e meio. Você terá que acompanhá-lo durante bastante tempo ainda, mas já é bom ir ensinando-o a escovar os dentes sozinho

Use uma escova bem macia e pouco creme dental. É importante que a quantidade de pasta de dente seja bem pouca mesmo para não correr o risco de a criança engolir o flúor. Se ocorrer de o bebê engolir, pode causar a fluorose, que causa manchas nos dentes.

Para manter os dentinhos do bebê sempre limpos, sempre que ele exagerar no doce, faça-o escovar os dentes logo em seguida. Para ter certeza de qual maneira cuidar direto dos dentes do seu filho, o recomendável é ir ao dentista perto da criança comemorar o primeiro aniversário.

A primeira ida ao dentista é para precaução e não quando os problemas, como as cáries, já estiverem aparecendo nos dentes do bebê. Depois de examinar a boquinha da criança e saber sobre os hábitos alimentares dele é que o dentista poderá recomendações específicas para o seu filho.

Criança sorrindo

Até os 3 anos, seu bebê deve ter o conjunto completo: 20 dentes-de-leite. Depois dos primeiros dentinhos e dos cuidados necessários, agora é só esperar a chegada dos dentes permanentes que devem começar a nascer por volta dos 6 anos.

Aos 6 anos também começa a nascer o primeiro molar permanente. Ele nasce atrás dos molares decíduos sem que nenhum dente-de-leite caia. Esse dente está mais propício para o desenvolvimento da cárie, por isso é importante prestar atenção nele.

A troca dos dentes-de-leite pelos dentes permanentes vai ocorrer, mais ou menos, até os 11 anos de idade. Essa fase em que estão presentes tanto dente-de-leite quanto os permanentes na boca da criança é chamada de dentição mista.

Aos 12 anos, vai nascer o segundo molar permanente atrás do primeiro molar permanente. Quando não tiverem mais dentes-de-leite na boca, terá chegado a fase da dentição permanente. Mas tenha calma, essa fase só irá chegar por volta dos 18 anos, quando nascer o terceiro molar permanente, o famoso dente do siso.